Domingo, 23 Janeiro 2011 19:26

Entrevista com Priscila Russo, Vocalista da Banda Djavú Destaque

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Hoje vim aqui para postar a entrevista feita com uma das maiores cantoras do nosso Parázão, ninguém mais, ninguém menos, que o furação PRISCILA RUSSO.A bela morena faz parte da história da música paraense, e hoje após sua entrada na banda baiana 'Djavú', promete estourar também a nível nacional, também pudera, com muito talento e uma voz inconfudível, Priscila  é considerada uma das cantoras paraenses mais simpáticas com os seus fãs, tanto que topou numa boa nos ceder esse breve bate papo.

Entrevista com Priscila Russo

 

1-)Como você começou a cantar e dançar ? Conte- nos um pouco da sua trajetória no mundo da música.

A cantar comecei muito nova, com uns oito anos na época de escola...até me apresentava em programas locais de Belém ,representando a minha escola.A dançar também com uns 10 anos fazendo balé,dança moderna e jazz na UFPA,na época eu nem sabia direito o que ia fazer,mas eu gostava muito de cantar e dançar,mas por ser muito nova, cheguei a  trancar a matrícula.

2-) Você cantou muito tempo na Banda ‘Mega Pai D’egua’, que foi onde você ficou conhecida. O que a Mega significou para você ?

Uns 10 anos,a Mega foi uma verdadeira escola pra mim, porque lá aprendi tudo o que sei hoje, e devo e agradeço aos meu companheiros da época da Mega que me incentivavam e me ajudaram muito.

3-)Você ficou dois meses na banda Companhia do Calypso em 2007, quando Lenne Bandeira deixou os vocais, inclusive todos os fãs já lhe consideravam a nova vocalista, quando todos foram surpreendidos com sua saída. Algum tempo depois, a banda publicou que foi apenas um ‘teste’. O que de fato aconteceu? O que você tem a dizer sobre o período que ficou na companhia?

Pra você ter uma ideia, até eu tô sendo surpreendida com esse “teste”, porque até agora eu não sabia disso ai não...

4-)Em 2009, você apostou no projeto SISTEMA 4- Melody, que inclusive foi divulgado em nosso site, onde você era dona e co-proprietária. Como foi essa experiência e porque o projeto não seguiu adiante?

Para se encarar um trabalho novo, que ainda não tenha um respaldo na mídia é muito complicado e exige total devoção à ele.Até pra conseguir se manter no mercado é complicado.A sistema foi um sonho quase que impossível de ser realizado pelos trabalhos secundários que tínhamos de stúdios e outras coisas a mais.

5-)Em 2009 ainda, você esteve um tempo na Banda Ravelly, apoiando os shows da mesma, durante a licença maternidade da vocalista Vanda Ravelly. Nessa época, a banda estava em total evidência, devido ao fato de ter sido plagiada pela Banda baiana Djavú. Conte-nos como foi essa experiência junto à galera da Ravelly neste momento tão importante da mesma no cenário nacional e se hoje, ficou algum mal entendido por você estar na Banda Djavú.

O que as pessoas não entendem é que muita gente fez e ainda continua plageando o nosso melody, mas só a Djavú ganhou  o cenário nacional.A coisa de mais errada nessa história toda,foi que algum integrante da Djavú falou que o ritmo era deles e esse mal entendido já foi resolvido,mas eu quero deixar bem claro que estou do lado do nosso melody,tô do lado do nosso Pará e de nossas bandas.A minha entrada na Djavú foi pra mostrar que isso acabou e que existe espaço pra todos.

6-)Como surgiu o convite para integrar a Banda Djavú e como você recebeu essa notícia ?

O convite veio do próprio dono e cantor da djavu,Geandson Rios.De principio não gostei muito da idea não(risos)...claro,como eu ia gostar? mas depois vi que isso tudo não passava de um mal entendido e que se ainda não estava resolvido,iria se resolver o mais breve possível.

7-) Como está sendo sua adaptação na Banda Djavú, e o que você espera desse novo trabalho ?

Ta sendo muito pai d'égua..(risos).A expectativa de um trabalho é sempre a melhor possível e tô agarrando isso com todas as forças para que seja o trabalho da minha vida.

8-)Teme comparações com a antiga vocalista da Banda Djavú, Nádila Natália ?

Até que eu pensava que ia ter como teve com a Lenne,mas os fãs não perguntam não, é até melhor porque deixa a gente mais à vontade.

9-) Você vê muitas diferenças entre o tecno paraense e o tecno desenvolvido pela Djavú ? Você tenta levar um pouco do swing paraense pra Banda?

A única diferença é que o tecno melody da Djavú é um pouco mais lento,mas isso não tira o swing não. e os cantores são baianos e como nos já sabemos a bahia é muita rica em musicalidade.A minha entrada só deu um gostinho paraense a mais e lógico, que ficou muito mais gostoso.

10-)Deixe um recado para os seus fãs de todo Brasil.

O trabalho da Djavú é exclusivo pra alegrar você que gosta da banda e do tecno melody paraense. Quando entramos no stúdio pra gravar algo ,é pensando com muito carinho nos nossos fãs. Lêmbrem-se que a minha vinda pra banda  Djavú foi pra quebrar essa confusão toda e mostrar que tem espaço pra todo mundo. O Brasil é tão grande gente,não precisa de mais briga,já não basta as tantas catástrofes do mundo...Vamos nos divertir juntos,dançar juntos,cantar juntos ok?

O melody é do Pará e ninguém vai tirar isso de nós, e é com muito orgulho que por onde eu passo faço questão de dizer :“EU SOU PARAENSE". Fica aqui o meu beijo e agradecimentos...

“ Ame ao próximo como a ti mesmo e a Deus acima de todas as coisas..”

Fontes: Priscila Russo via MSN

É isso ai dona Priscila Russo, estou contigo e não abro mão, falou tudo !

Espero que gostem minha galera, já vou ficando por aqui.

Beijo no coração =*

Paty

 

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Ler 1973 vezes Última modificação em Segunda, 24 Janeiro 2011 10:33

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