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Quarta, 26 Outubro 2011 09:10
Chimbinha dá mal exemplo
Achei um absurdo o Chimbinha declarar que:" escutar Tecnobrega é pior que ressaca de vinho branco", eu me pergunto, Calipso também é um ritmo popular, portanto não vejo motivos para tal discriminação.
É por estes e outros motivos que a música popular paraense é extremamente desunida , onde um movimento não aprova o outro , mais esquecem que todos são frutos de raízes parecidas,raízes musicais e populares.
Sempre elogiei a postura da Banda Calypso em sempre levantar a bandeira do Pará em quaisquer lugar que eles fossem , mais o Chimbinha falar mal de um movimento musical do seu próprio estado, foi LAMENTÁVEL !!!
Mais detalhes dessa entrevista esta no blog do Cabaré do Timpin.
É por estes e outros motivos que a música popular paraense é extremamente desunida , onde um movimento não aprova o outro , mais esquecem que todos são frutos de raízes parecidas,raízes musicais e populares.
Sempre elogiei a postura da Banda Calypso em sempre levantar a bandeira do Pará em quaisquer lugar que eles fossem , mais o Chimbinha falar mal de um movimento musical do seu próprio estado, foi LAMENTÁVEL !!!
Mais detalhes dessa entrevista esta no blog do Cabaré do Timpin.
Publicado em
Felipe Languer
Domingo, 14 Agosto 2011 23:16
Júnior Rego e Tonny Brasil, o ovo ou a galinha?
E eis minha primeira postagem, que feliz!
O Facetalk não é lá essas maravilhas todas, mas nessa manhã tediosa de domingo acabei conversando, pelo próprio chatinho e engolidor de mensagens, com José Roberto, o responsável por esse site de quem sou fã há muito tempo (de fã virei participante). Links pra lá e opiniões pra cá, ele comentou comigo sobre Júnior Rego. Conforme justifiquei pra ele, minha ligação com o brega é basicamente pernambucana (nascida e criada aqui) ou antiquada (os bregões antigos que herdei de família), tendo eu conhecimento sobre brega paraense a posteriori. Roberto então mandou-me o canal do Youtube de Júnior,"que também é considerado um dos criadores do tecnobrega, mas pouca gente sabe desta história". É, eu realmente não sabia que havia uma certa discussão de quem veio primeiro, o ovo ou a galinha, entre Junior Rego e Tonny Brasil. Antes de começar o babado, trago uma versão que quase me fez chorar:
Original - Con Te Partiró, de Andrea Bocelli
Versão - A ópera do Tupinambá
Nunca fui no Pará, acompanho tudo por internet e sem filtro de opiniões, portanto não tenho argumentos suficientes pra dizer quem veio primeiro. Quero apenas mostrar o que dois músicos contribuiram pra o mundo do tecnobrega, afinal, essa história de "essa música é plágio", "eu quem criei", enquanto existir cultura musical, será sempre recorrente. O que acontece é que Tonny Brasil, numa reportagem de 2007 para o Brega Pop, argumenta que "Quando o primeiro boom do brega começou a decair, no início dos 90, Antônio virou Tonny Brasil e começou uma ascensão sensacional reinventando o ritmo: hoje, 80% dos cantores de brega (ou de calipso) ou gravam músicas de Tonny ou são produzidos por ele (inclusive a Banda Calypso), numa supremacia inédita de um único músico na história do ritmo que os paraenses mais gostam de dançar."
Outro techo interessante: "Mauro Freitas levou Tonny para tomar conta do estúdio MProduções, 'onde conheci o Chimbinha, que na época era apenas Cleidivam.' Foi na MProduções que Tonny conheceu o baixista castanhalense Edir Alves, 'que para mim é um cara essencial na história da brega: foi o Edir que colocou a batida do calipso no brega, marcada por três cordas de guitarra. O calipso já está lá no Elvis Presley, em várias músicas, mas ali a batida era feita pelo piano."
"Tonny foi o produtor de 'Majestade Sabiá', terceiro disco de Roberto Villar, onde pela primeira vez se fez o chamado brega melody."
"Por esta época, o jovem Tonny, de apenas 22 anos, resolveu se arriscar nas gravações, e dividiu um disco com a cantora Anna Di Oliveira. Duas músicas estouraram, entre elas 'Lana', de Tonny, com letra em inglês: 'Foi a primeira música feita 100% com instrumentos eletrônicos, principalmente teclado. É a primeira representante daquilo que, anos depois, o Rosenildo Franco chamou de tecnobrega'. (...) Para se ter uma idéia da importância que Tonny adquiriu no atual cenário do brega paraense, basta dizer que ele já fez cerca de 2000 músicas, 700 delas gravadas por artistas como Banda Calypso, Wanderley Andrade e Gaby Amarantos. 'Não componho com violão, e sim com teclado. Na verdade, às vezes estou na rua, e a música já vem pronta, com melodia, letra e arranjo, e aí tenho que correr para casa e finalizar no teclado.'" Reportagem na íntegra.
O cara é mesmo fera e não se pode negar. Ao mesmo tempo, com bem menos informações sobre carreira e tudo mais, tem Junior Rego:
O primeiro tecnobrega na história da música paraense
O que acham? Eu não tomo partido de ninguém, mas achei bastante interessante saber disso tudo. Beijos, bom domingo people!
O Facetalk não é lá essas maravilhas todas, mas nessa manhã tediosa de domingo acabei conversando, pelo próprio chatinho e engolidor de mensagens, com José Roberto, o responsável por esse site de quem sou fã há muito tempo (de fã virei participante). Links pra lá e opiniões pra cá, ele comentou comigo sobre Júnior Rego. Conforme justifiquei pra ele, minha ligação com o brega é basicamente pernambucana (nascida e criada aqui) ou antiquada (os bregões antigos que herdei de família), tendo eu conhecimento sobre brega paraense a posteriori. Roberto então mandou-me o canal do Youtube de Júnior,"que também é considerado um dos criadores do tecnobrega, mas pouca gente sabe desta história". É, eu realmente não sabia que havia uma certa discussão de quem veio primeiro, o ovo ou a galinha, entre Junior Rego e Tonny Brasil. Antes de começar o babado, trago uma versão que quase me fez chorar:
Original - Con Te Partiró, de Andrea Bocelli
Versão - A ópera do Tupinambá
Nunca fui no Pará, acompanho tudo por internet e sem filtro de opiniões, portanto não tenho argumentos suficientes pra dizer quem veio primeiro. Quero apenas mostrar o que dois músicos contribuiram pra o mundo do tecnobrega, afinal, essa história de "essa música é plágio", "eu quem criei", enquanto existir cultura musical, será sempre recorrente. O que acontece é que Tonny Brasil, numa reportagem de 2007 para o Brega Pop, argumenta que "Quando o primeiro boom do brega começou a decair, no início dos 90, Antônio virou Tonny Brasil e começou uma ascensão sensacional reinventando o ritmo: hoje, 80% dos cantores de brega (ou de calipso) ou gravam músicas de Tonny ou são produzidos por ele (inclusive a Banda Calypso), numa supremacia inédita de um único músico na história do ritmo que os paraenses mais gostam de dançar."
Outro techo interessante: "Mauro Freitas levou Tonny para tomar conta do estúdio MProduções, 'onde conheci o Chimbinha, que na época era apenas Cleidivam.' Foi na MProduções que Tonny conheceu o baixista castanhalense Edir Alves, 'que para mim é um cara essencial na história da brega: foi o Edir que colocou a batida do calipso no brega, marcada por três cordas de guitarra. O calipso já está lá no Elvis Presley, em várias músicas, mas ali a batida era feita pelo piano.""Tonny foi o produtor de 'Majestade Sabiá', terceiro disco de Roberto Villar, onde pela primeira vez se fez o chamado brega melody."
"Por esta época, o jovem Tonny, de apenas 22 anos, resolveu se arriscar nas gravações, e dividiu um disco com a cantora Anna Di Oliveira. Duas músicas estouraram, entre elas 'Lana', de Tonny, com letra em inglês: 'Foi a primeira música feita 100% com instrumentos eletrônicos, principalmente teclado. É a primeira representante daquilo que, anos depois, o Rosenildo Franco chamou de tecnobrega'. (...) Para se ter uma idéia da importância que Tonny adquiriu no atual cenário do brega paraense, basta dizer que ele já fez cerca de 2000 músicas, 700 delas gravadas por artistas como Banda Calypso, Wanderley Andrade e Gaby Amarantos. 'Não componho com violão, e sim com teclado. Na verdade, às vezes estou na rua, e a música já vem pronta, com melodia, letra e arranjo, e aí tenho que correr para casa e finalizar no teclado.'" Reportagem na íntegra.
O cara é mesmo fera e não se pode negar. Ao mesmo tempo, com bem menos informações sobre carreira e tudo mais, tem Junior Rego:
O primeiro tecnobrega na história da música paraense
O que acham? Eu não tomo partido de ninguém, mas achei bastante interessante saber disso tudo. Beijos, bom domingo people!
Publicado em
Luana Alves
Sábado, 16 Abril 2011 10:39
Governador Jatene não gosta de tecnomelody
Não se sabe o motivo, mais o digníssimo governador veta o projeto de Lei numero 7.499 de autoria do deputado estadual Carlos Bordalo, este projeto torna o ESTILO TECNOMELODY, patrimônio cultural e artistico do Pará.
Essa atitude pegou os cantores, bandas, compositores, aparelhagens de surpresa...
" Ninguém esperava por isso" diz a produtora Meg Martins
Se o Pará não reconhecer seu estilo e seus talentos, quem vai reconhecer ?
Será que os governantes vão abrir mão do Tecnomelody para outro estado reconhecer como patrimônio? ( a Bahia, por exemplo )
Essa atitude pegou os cantores, bandas, compositores, aparelhagens de surpresa...
" Ninguém esperava por isso" diz a produtora Meg Martins
Se o Pará não reconhecer seu estilo e seus talentos, quem vai reconhecer ?
Será que os governantes vão abrir mão do Tecnomelody para outro estado reconhecer como patrimônio? ( a Bahia, por exemplo )
Publicado em
Felipe Languer
Sábado, 16 Outubro 2010 15:27
Boato ou Fato ?!
Um produtor de Recife me falou que a BANDA DJAVU esta preparando uma aparelhagem do mesmo porte da SUPERPOP, e construindo uma nave , tudo bem parecido com o que acontece aqui no Pará .
Será que teremos mais uma cópia da BANDA DJAVU ?
Será que teremos mais uma cópia da BANDA DJAVU ?
Publicado em
Felipe Languer



