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Watergate do Tecnobrega parte 3

Leiam e tirem suas próprias conclusões , pretendo e prometo não falar mais nada da DJAVU, pois estou sabendo que o empresário deles, o Paulo, adora quando falamos mal da DJAVU, porque segundo ele, quanto mais a gente fala, mais eles crescem.. heheeheheheh

Com vocês a matéria, divirtam-se :

 http://mtv.uol.com.br/bis/blog/watergate-do-tecnobrega-parte-3

 

 

Mais sujeiras sobre a Djavu

Mais sujeiras e poeiras sobre a DJAVU e seus Clones, esta nesse link:

 http://mtv.uol.com.br/bis/blog/o-watergate-do-tecnobrega-parte-dois

 

Toda verdade sobre o plágio chamado BANDA DJAVU

DJ Leo, DJ David, a cidade de Belém e o estado do Pará contra a Banda Djavu. Conheça a verdadeira história por trás do maior estouro do tecnobrega no sul do país.

 Rubi é uma pedra preciosa vermelha, uma variedade do mineral corindon (óxido de alumínio) cuja cor é causada principalmente pela presença de crômio. Rubi é uma das principais aparelhagens de Belém, criada nos anos 50 pelo Dj Orlando Santos e que hoje anima as festas de tecnobrega. Rubi, ou Extremeçe Rubi, como era originalmente chamada, é a música de trabalho do disco de estréia da Banda Ravelly. No decorrer deste ano, esta música causou intensos debates sobre o que é cover e o que é roubo, além de ser a responsável pela popularização do tecnobrega no sudeste.

 Tudo começou em 2007, quando DJ Gilmar da Aparelhagem Rubi pediu que os DJs Leo e David compusem uma música nova para ser executada em suas festas. A cantora oficial da dupla era Viviane Batidão, mas como sua prima Vanda estava em dificuldades, separada do marido e com filho pra criar, pediu que a chamassem para a tarefa. Assim nasceu Rubi, no barraco da dupla de DJs, na periferia de Santa Isabel, interior do Pará, ao custo de R$ 200,00.

 No intuiuto de ajudar a moça em dificuldades, mais e mais músicas foram sendo gravadas, como Meteoro, Maciota Light e Atração Pittbull e outras, que quando começaram a acontecer Belém, motivaram a criação da Banda Ravelly, nome inspirado no pseudônimo que Vanda usava desde o tempo em que era vocalista da banda de forró Caicó, em Fortaleza, com os DJs Leo e David mandando ver nas bases.

 Com a banda emplacando e fazendo shows, a grana começou a entrar, Vanda reatou com seu marido Max Sandro que se encontrava exilado no Recife e contrataram Flávio para empresariá-los. Como em diversos casos já ocorridos no meio artístico em que o sucesso comercial atiça a ambição, começaram a ocorrer discussões com relação ao percentual de participação dos lucros entre as partes envolvidas e Max Sandro, devido ao fato de já ter aprendido a fazer as bases, achou por bem e conveniente dar um pé na bunda de Leo e David, justamente a dupla de compositores.

 Paralelamente, a mais de dois mil quilômetros de distância, sem relação nenhuma com o fato e absolutamente do nada, as músicas começaram a fazer sucesso nos camelódromos do norte da Bahia. Dois empresários de Capim Grosso, Geanderson e Paulo Palcos, resolveram contratar a Banda Ravelly para uma série de shows. Ligaram para o Pará, acertaram tudo com Max Sandro e começaram a trabalhar na divulgação. Foi então que a famosa borboleta, que quando bate asas na Argentina causa tufões na China, deu as caras na história. O empresário Flávio pegou o chip do celular de Max Sandro, colocou em seu Nokia e passou a receber as ligações.

 Em Senhor do Bonfim, a pouco mais de 100Km de Capim Grosso, os radialistas do programa Zueira Legal tiveram a mesma idéia, uma turnê da Banda Ravelly pela região, ligaram para o Pará e desta vez quem atendeu foi Paulo, que por um erro crasso de comunicação interna, não sabia que sua banda já tinha sido contratada para a tarefa e fechou negócio. Numa bela manhã, Paulo Palcos acorda e vê sua cidade entupidas de cartazes anunciando os shows que seriam promovidos, olha só! por seu concorrente.

 Ao ligar para fazer a reclamação, recebe um tachativo "azar o seu, já fechamos com o Zueira Legal". Como Paulo Palcos é um cara meio, digamos assim, rude em suas maneiras de lidar com as intempéries da vida, resolveu sacanear os caras e montar uma banda que tocasse as mesmas músicas, do mesmo jeito e partir para a briga com a banda que lhe deu calote. Tudo foi feito à pressas. Chamou Nádila para os vocais, escalou Juninho Portugal, que não sabia tocar nem triângulo em forró de pé de serra como DJ de mentirinha e seu sócio Geanderson para os vocais. Uma dúzia de gostosas de Capim Grosso completaram a formação da maior falcatrua da história musical brasileira.

 O que se sucedeu foi um duelo digno dos maiores enxadristas entre as duas bandas, que saíram em turnê paralelamente pelo sertão nordestino. O xeque mate, por parte da Djavu, começou a ser arquitetado quando Paulo Palcos começou a fazer uso de todo o seu talento para o Marketing Esquema Novo: a gravação de um DVD. Abrindo um show da Banda Calypso, fizeram a gravação em um evento que foi um fracasso absoluto, mas que serviu para confirmar que imagem é tudo. A filmagem foi tão as pressas que, no vídeo, pode-se ver bandeirosas marcas feitas com esparadrapo no palco, porque as dançarinas ainda não tinham aprendido a coreografia correta.

 Habituado a negócios escusos, Paulo Palcos não encontrou nenhuma dificuldade em largar o "master" do DVD na mão do alto escalão do mercado pirateiro de São Paulo. Em pouquíssimo tempo, as músicas estouraram num dos maiores de fenômenos de sucesso em massa de nossa história recente. O problema é que em sua vingança contra a Banda Ravelly, Paulo Palcos e Geanderson passaram o rodo em Belém e gravaram as melhores músicas da cena local, sacaneando meio mundo de gente e se comportando como se fossem suas.

Naturalmente que o pessoal de Belém chiou, gritou, berrou, mas a distância geográfica que encarece as turnês os deixou em tremenda desvantagem e quando a própria banda Ravelly desceu para tocar em São Paulo, foi acusada de ser uma cópia da Djavu. Nas comunidades do Orkut as discussões logo começaram a pegar fogo e mais uma vez a quadrilha encabeçada por Paulo Palcos foi esperta. Criaram dezenas de fakes que jogavam gasolina na fogueira, uns criticando e outros detonando a Djavu, o que só fez aumentar a curiosidade das pessoas, aumentando exponencialmente a quantidade de downloads.

 

ESSA É PARTE DE TODA VERDADE SOBRE TODA SACANAGEM DA BANDA DJAVU .

MAIS ESTA NESSE LINK :  http://mtv.uol.com.br/bis/blog/o-watergate-do-tecnobrega

 
 

Absurdo do absurdo

Absurdo hoje aconteceu no programa Geraldo Brasil na RECORD, Gabi Amarantos foi brutalmente cortada pelo apresentador geraldo e com certeza por seu diretor vildomar batista , na hora que ela ia falar sobre a tal banda baiana ( djavu ) e defender a bandeira do estado do pará e da música paraense.

Achei simplesmente ridídulo e de uma extrema falta de educação , isso pra mim só confirmam três coisas:

1- RECORD ESTA DEFENDENDO A DJAVU.

2- A NOVELA DELES ( BELA A FEIA ) TRAZ NA TRILHA SONORA MUSICA DA DJAVU.

3- O BOATO QUE O AUGUSTO LIBERATO ( GUGU ) É O EMPRESÁRIO OU UM DOS EMPRESÁRIOS DA DJAVU.

4- FUTURAMENTE A  DJAVU VAI PAGAR MUITO  "JABA" PRA RECORD PARA PODER APARECER. 

 Conclusão: É CLARO QUE ELES NÃO DEIXARIAM A GABI FALAR MAL DA DJAVU , O MATERIAL QUE A RECORD BELÉM ENVIOU PARA SÃO PAULO SOBRE A VERDADE DO MELODY, FOI VETADO PELA RECORD SP POR TAIS MOTIVOS. FORA ISSO, GABI SE APRESENTOU LINDAMENTE E FEZ BONITO COMO SEMPRE, O BALLET ESTA DANÇANDO MUITO.

Outro absurdo da matéria foi falar que o Melody é uma evolução do Calipso, meu deus que loucura.

 GABI TEM QUE IR NO PROGRAMA DO RATINHO NO SBT E DESCER A LENHA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

 

 

 
 
 
 
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Felipe Languer

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Merda de chuva em belem... Merda!

Em ananindeua o canal 50 pega legal?

@belemblitz. Nao liga cara você esta certo, os negos sabendo de blitz pelo menos evitam fazer merda .

Freiei em cima de uma VELHO porre eu acho , puts que susto, ninguem merece !



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