Sexta-feira , 26 Janeiro, 2007
Santo Graal

Formado no réveillon de 2000 , o Grupo Santo Graal esteve nos anos de 2000 e 2001 tocando nas noites de Belém. No final de 2001, o Grupo grava seu CD demo com 3 composições (Nossa Vez). Em 2002 o grupo participa do concurso de bandas da Transamérica e é a única banda paraense a se classificar para a 2º fase com a música Sunshine. Esta também é executada na programação das rádios em Castanhal e Santarém durante esse ano. Em 2003, o grupo decide diminuir suas apresentações em casas noturnas e se concentrar em seu trabalho autoral.
Assim nasce mais 9 música, em busca de seu papel social eles elaboram o projeto ELOS POR ELAS, com a finalidade de apoiar instituições de valorização da mulher na sociedade.
Em 2004, a Santo Graal entra na Pró-Rock com mais 30 bandas locais. Entram em estúdio pra gravar seu CD e se apresenta no programa Cultura in Concert e tem a música Melhor Assim na grade de programação da emissora.
No fim de 2004, o grupo tem a música Melhor Assim selecionada para o ServiFest 2004 e representa o rock paraense no evento.Com o grande carinho do público de Castanhal o Grupo é chamado desde 2003 para fechar a programação do Palco da Liberal no Verão Marudá.
Em 2005, é Selecionado para o maior festival de rock paraense, o FEST ROCK PARÁ, sendo a banda mais votada pelo voto do publico 8200 votos na Internet se apresentando dia 03/07/2005 entre as bandas Capital Inicial e LOS HERMANOS. Em dezembro deste mesmo ano realiza o 2º Elos por Elas com objetivo da valorização da figura feminina ajudando o Associação das Mulheres do Mangueirão. Em 2006 classifica-se para o CCAA FEST concorendo com 76 bandas locais, o show do festival e gravado em DVD e distribuído pelo selo NÁ RECORDS. O grupo finaliza seu 1º CD com 12 musicas autorais com lançamento em 05/11/2006 no Teatro Gasômetro.
Izabelle Alves - Voz
Paulo Francioli - Guitarra
Bruno Bordallo - Baixo
Marcelo Bordallo - Guitarra
Leandro Pereira - Bateria
http://www.tramavirtual.com.br/artista.jsp?id=6013
Clepsidra

Em meados de 2001, os músicos Renato Torres (vocal e guitarra) e Maurício Panzera (contrabaixo), depois de diversas experiências com bandas e artistas paraenses, reúnem-se em torno de um projeto musical. A proposta: encontrar um som contemporâneo, reunindo toda a gama de referências musicais dos dois – o que inclui necessariamente a MPB, além do rock e derivações. O Clepsidra então surge, integrando uma nova e criativa leva de artistas que fazem a música paraense despontar.
Um relógio de água – o significado do nome da dupla – passa a ser a medida estética das experiências sonoras, alicerçadas num conceito aberto de banda, que permite agregar ao formato básico do bom e velho rock´n’roll (baixo-guitarra-bateria), instrumentos outros, o que já incluiu no primeiro CD, “Bem Musical” (Ná Records, 2004), programações eletrônicas elaboradas em computador. A pesquisa se dá em torno de timbres, sonoridades e possibilidades musicais libertas de paradigmas, estilos ou formatos pré-determinados.
O núcleo donde partem as direções da pesquisa é a canção popular, em sua estrutura clássica de letra e melodia, sem deixar de privilegiar o apuro instrumental nos arranjos. No que diz respeito às letras, a poesia prevalece, sendo o ponto de partida de grande parte das composições.
Em seu segundo trabalho, “Tempo Líquido” (Ná Records, 2006), temos a transparência e a fluidez dos estados emocionais típicos dos habitantes da aquária amazônica : as chuvas, os rios, a densidade úmida do ar que respiramos, a afetividade irrigada e cabocla que nos caracteriza, confrontando-se com as aspirações à megalópole, aos desencontros e a solidão da urbe. Eminentemente acústico, e apoiado no tripé baixo-guitarra-bateria, o novo trabalho dá primazia ao olho d´água da canção, fonte primeira donde emergem arranjos que articulam sopros, cordas, percussões e teclados, deixando as vozes aflatirem melodias numa superfície ora límpida, ora caudalosa, mas sempre numa sinceridade de correnteza.
Desde o início do projeto, os músicos participaram de uma série de festivais, eventos e shows, dos quais se pode destacar:
Projeto O Pará Canta Roberto – Funtelpa, Belém, 2001.
Eletro Lounge – Eletronic Music Project, Belém, 2002.
Acústico Elétrico Eletrônico (com Henry Burnett) – Ná Figueredo, Belém, 2003.
Festival Cultura de Verão – Funtelpa, Belém, 2003.
Projeto Quinta Cultural do Basa – Banco da Amazônia (abrindo para Jane Duboc), Belém, 2004.
Amazônia Arte Mix – Amazônia Celular (abrindo para Arnaldo Antunes, com outros artistas), Belém, 2004.
Ver-O-Pop In Concert – Funtelpa (com Iva Rothe e Henry Burnett), Belém, 2004.
Lançamento do CD Bem Musical – Waldemar Henrique, Belém, 2004.
Circuito Cultural Banco do Brasil (abrindo para Ney Matogrosso e Pedro Luís e a Parede), Belém, 2004.
IV Bienal de Cultura e Arte da UNE, Ibirapuera, São Paulo, 2005.
Projeto Nazaré em Todo Canto - Anfiteatro do Parque da Residência, Belém, 2005.
Projeto Parque Musical (abrindo para Vítor Ramil), Belém, 2006.
Projeto Landi – Praça do Carmo, Belém, 2006.
"Há pelo menos duas décadas a MPB perdeu o que talvez fosse sua grande virtude: a identidade estilística. Sabíamos, por mais diferenciados que fossem os autores, que estávamos diante de uma forma de música que resultava de um século de amálgama de nossa impureza uniforme. Hoje; bem, como quase tudo nesse mundo, a MPB é apenas um não-lugar, onde pequenos oásis podem ser vistos à distância, sem muita proximidade.
O Clepsidra é uma dessas miragens. Chegue perto e veja a palavra sendo tratada sob o sol da melodia inesgotável. Mas não se iluda; mutantes, eles nunca estão onde parecem estar."
* Henry Burnett, julho de 2006
A Euterpia

Na sala da criatividade, música e poesia, sentados nas mesmas poltronas. Espalhadas pelo chão, as notas e os acordes de sons inventivos. Como tapete de tão incomum recinto, a policromia de ritmos universais. Como quadros nas paredes de ar, imagens do original. Esse é o caótico e harmônico ambiente habitado pelos integrantes da banda A Euterpia. Alquimistas que misturam o moderno, o suave e o inquietante em doses inesperadas, os músicos convidam o público para um especial jantar a ser servido pontualmente às melhores horas de qualquer tempo.
Formado em 1998, em Belém do Pará, o grupo se oferece em banquete já no próprio batizar-se. O sabor do neologismo “euterpia” vem do nome científico do açaí: euterpe oleraceae. E ganha especial tempero quando se evoca a figura mitológica de Euterpe, musa grega da poesia lírica e da música.
A banda vem se pondo à mesa da cena pop nortista como boa e inteligente opção para alimentar os tímpanos de quem procura nova arte. No entanto, a experiência antropofágica de devorar suas composições traz enormes riscos de indigestão para a mediocridade.
Pise com calma nos tapetes. Preste bem atenção nos quadros. Tome seu lugar à sala da criatividade. Ponha no peito guardanapos que lhe abram a alma e sirva-se com o que lhe canta A Euterpia.
Antonio Maria Novaes - Violão
Marisa Brito - Voz
Carlos "Canhão" Brito - Bateria
Marcio "Pato" Melo - Baixo
Tom Salazarcano - Guitarra
Washington Czak - Saxofone/Flauta
Cravo Carbono

Uma das revelações da nova música produzida na cidade de Belém, o grupo paraense Cravo Carbono vem se destacando no cenário independente nacional por aliar guitarras de sotaque original e poesia a poucos rótulos colados ao seu trabalho. Apesar do formato básico (guitarra, contrabaixo, bateria e voz), é pelo vasto território de possibilidades da música brasileira - e seu flerte aberto com gêneros locais e planetários – que a banda trafega suas composições.
Formado por Lázaro Magalhães (letras, percussão, vocais), Pio Lobato (guitarra e contrabaixo), Bruno Rabelo (contrabaixo e guitarra) e Vovô (bateria), o grupo surgiu em 1996. Em 2001, lançou seu primeiro álbum independente, Peixe Vivo, gravado ao vivo nos estúdios da Rádio Cultura FM, de Belém.
Com Córtex, segundo disco independente, a ser lançado em 2006, o grupo consolida uma carreira pop marcada irremediavelmente por uma guerrilha cultural em busca do reconhecimento de gêneros locais como as guitarradas, o brega e o carimbó, mas com opiniões nada convencionais sobre o rótulo do regionalismo e a identidade musical no Brasil.
Festivais, guitarradas e cinema
Em 2000 o Cravo Carbono foi incluído no mapeamento musical do antropólogo brasileiro Hermano Vianna para o documentário multimídia Música do Brasil, exibido na MTV Brasil ( confira o site www.musicabr.com.br ) e Rede Cultura de Televisão.
Em fevereiro de 2001, o grupo participou do festival pop alternativo Rec Beat, realizado em Recife (PE). Em março do mesmo ano, se apresentou em São Paulo, no Centro Itaú Cultural, entre atrações selecionadas para a mostra nacional do projeto Rumos Itaú Cultural Música - Tendências e Vertentes (www.itaucultural.org.br). A banda também atração da edição 2001 do Mercado Cultural Latino-Americano, em Salvador, Bahia, ao lado de 1.500 artistas e 600 promotores culturais e organizadores de festivais de música da América Latina, África, Europa e Estados Unidos.
Em 2002 o Cravo Carbono esteve também entre os apenas sete grupos brasileiros selecionados para o festival norte-americano South by Southwest (SXSW), na cidade de Austin, Texas. O SXSW é um dos dois mais importantes festivais de música independente dos EUA. O grupo não viajou por falta de patrocínio.
Entre os principais responsáveis envolvidos em Belém com a retomada nacional das guitarradas - gênero instrumental popular na região Norte do Brasil, concebido pelo velho guitarrista Vieira de Barcarena -, recentemente, o grupo também passou a flertar com o cinema. Em 2003, o guitarrista da banda, Pio Lobato, teve seu trabalho solo incluído na trilha sonora do filme Deus é Brasileiro, de Cacá Diegues. Também em 2003, o Cravo Carbono cedeu músicas para o documentário Vaidade, do carioca Fabiano Maciel.
Entre diversos projetos paralelos, os integrantes da banda ainda se desdobraram nos últimos três anos entre shows nacionais com o projeto Mestres das Guitarradas e em outros grupos como o Suposto Projeto e o CUBA S.A.
O álbum Córtex
Abraçando diversas vertentes, do samba às guitarradas, passando pelo maculelê, pela marcha, pelo carimbó e pelas sonoridades do rock, funk e até do tecnobrega, Córtex vem sendo produzido desde outubro de 2003. O disco é uma produção independente assinada pelo selo próprio da banda, o Cardume. O álbum foi gravado com patrocínio da Fundação Cultural Y. Yamada, através da Lei Tó Teixeira de Incentivo Cultural Municipal.
Córtex também é o registro de uma longa experimentação da banda com computadores caseiros. Durante a produção das faixas, apenas vozes, percussão e baterias foram registradas no estúdio APCE, em Belém. Todas as guitarras e contrabaixos do álbum foram gravadas com a ajuda de PCs – o que permitiu maior mobilidade e tempo para experimentações.
Para o grupo, notoriamente formado por dois guitarristas que se revezam nas construções de baixos e guitarras, um dos resultado mais interessantes são as diversas camadas sonoras dispostas ao longo das 13 composições inéditas que o disco reúne. São elas: Canção à Prova D´Água; A Marcha; Café BR; Alto do Bode; Vale Quanto Pesa; Brasileiros Invadem o Mundo da Moda; Marx Marex; Arraial; Espaço prá Passear; Miss Clima; Supernada; Aplausos de Auditório; e Linha Reta.
Contatos:
lazaroweb@yahoo.com
brsza@yahoo.com
cravocarbono@yahoo.com.br
(91) 3223 8357 / 8118 8310 / 32648776
Importante: Nâo entenda o Cravo Carbono sem antes visitar o blog oficial da banda:
www.cravocarbono.weblogger.terra.com.br/
Comunidade no orkut:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1265390
Sexta-feira , 27 Outubro, 2006
Delinquentes
Banda veterana de Hardcore formada no recírio de 1985. Com um Hardcore mesclados a outros estilos como thrash metal, industrial tendo como resultado um som moderno peculiar agressivo e contagiante.
Em 2000 teve o 1º CD oficial lançado (Pequenos Delitos - Na Records), que teve uma boa aceitação pela mídia especializada e pelos amantes do estilo, recebendo nota 9 na revista Rock Brigade (SP), que o classificou como um dos melhores álbuns de Hardcore do ano de 2000. Álbum que impulsionou vários hits entre os fãs, que cantam os refrãos nos shows.
A banda já saiu em turnê por quase todo o nordeste, participando duas vezes do festival Forcaos de Fortaleza (CE), cidade que a banda tem um bom público. Fez apresentações em São Paulo e Rio de Janeiro com grandes bandas já consagradas do estilo como o Cólera (SP), Ação Direta (SP), Devotos (PE) entre outros.
Em Belém, dividiu o palco com bandas de renomadas nacional e internacional, sendo sempre convidado para abrir shows de bandas como:Ratos de Porão (SP), Raimundos (DF), Shelter (E.U.A.), Garotos Podres (SP), D.F.C. (DF) e até Engenheiros do Hawai (RS).
Em 2002 a banda participou de algumas coletâneas nacionais, com o apresentador João Gordo VJ da MTV divulgado os Delinqüentes em seu extinto programa Gordo a Go Go.
Os últimos shows foram destaques na Fest Rock Pará 2 (2005), e apresentações em Barcarena e Macapá onde o público agitou bastante.
Participou do Fest Rock 2006 na noite de fechamento e com uma excelente apresentação. Com a uma previsão de lançamento do 2º CD oficial (que está em fase de finalização) e algumas viagens no 2º semestre.
A nova formação conta com:
. Pedrinho - Guitarrista que participou da fase mais técnica e crossover da banda, chegando a gravar nossa demo mais bem trampada , "A Verdadeira Face da Loucura Humana".
. Sandro Srur - Baixista que tocou na banda desde a década de 80, passando por inúmeras fases (inclusive a com o Pedrinho) e saiu antes da gravação do 1º CD oficial (Fez uma participação).
. Raphael - Baterista que vem de bandas como: RENNEGADOS, TOXI e MORTE SUICIDA. É o mais novo da turma e ajudou a criar a nova cara da banda, com sua pegada forte e com groove.
. Jayme Katarro - Vocalista que ficou para contar a história pros outros. único remanescente original da banda.
Pequenos Delitos (Álbum)
http://www.uploading.com/?get=KVDE71JU
A Guerra nossa de todo dia dai-nos hoje (Demo)
http://www.uploading.com/?get=XE1EJEYY
Matança de Animais (Demo)
http://www.uploading.com/?get=NABZ77X9
Ao vivo no FestRock Pará 2 (Álbum Virtual)
http://www.uploading.com/?get=TME5SI7R
Vagamundo (CD-Promo)
http://www.uploading.com/?get=K5K77FNK
Segunda-feira, 18 Setembro, 2006
Ângela Carlos: uma estrela pronta para brilhar nos palcos

Fonte: Portal ORM - Balaio Virtual
Dos negócios aos palcos. Uma mudança radical que completou ainda mais a vida de Ângela Carlos. Empresária de sucesso ela dá um tempo nas atividades profissionais e se dedica de corpo e alma à carreira musical.
Autêntica e dona de uma voz preciosa Ângela aposta nos estilos pop e romântico para conquistar o público paraense, que já pode curtir nas rádios da cidade algumas canções do primeiro álbum da cantora. "Na Cabeça das Pessoas" será lançado agora em agosto e traz canções inéditas como "Desvios" e regravações de sucesso como "Do lado de dentro", dos Los Hermanos.
Desde a infância ela é apaixonada pela música e na adolescência chegou a ser vocalista de uma banda, que fez muito sucesso entre a garotada. Porém a consagração só veio em 1999, quando Ângela resolveu se entregar totalmente nesse sonho.
"Com certeza valeu a pena ter esperado tanto tempo para realmente assumir meu lado artístico, pois pude fazer várias pesquisas na área musical e assim traçar um perfil sonoro que agrade o público em geral", enfatiza.
Ao lado de grandes músicos regionais ela trabalha há um ano na produção do seu álbum, que no total conta com 11 faixas. O destaque fica para "Trocando de Pele", de autoria da própria Ângela e musicada por Gizelle Griz.
Fã de carteirinha de nomes consagrados da Bossa Nova e do Jazz, Ângela fez questão de misturar os estilos para compor seu CD. Tudo para criar uma identidade própria e conquistar todas as tribos. Um verdadeiro mix de ritmos que também farão parte do DVD da cantora, com lançamento previsto para o mês de novembro. Quem quiser conferir o trabalho de Ângela pode acessar o seu site oficial www.angelacarlos.com.br e ouvir "Trocando de Pele".
Fonte: http://www.orm.com.br/balaiovirtual/artigos/default.asp?modulo=73&codigo=181587
Segunda-feira, 28 Agosto, 2006
VITAL LIMA

Fonte: http://www.vitallima.com.br
O cantor, compositor e violonista Vital Lima nasceu em Belém do Pará, onde a partir dos 16 anos participou do movimento cultural, ora com ator, ora como compositor de trilhas para peças de teatro. Quando estava na universidade, participou do I Festival de Música e Poesia Universitária do Pará, em 1974, sendo premiado com a música "Por Tua Causa II", interpretada pela então iniciante Fafá de Belém - que só lançaria seu primeiro compacto no ano seguinte. Nesta ocasião, conhece o produtor Hermínio Bello de Carvalho que o incentiva a tentar carreira no Rio de Janeiro, e escolhe para o repertório do show "Te Pego Pela Palavra", de Marlene, a música "Rock'n'Roll", de Vital, a qual terminaria por ser sua primeira música registrada em disco - o show de Marlene virou um belo LP ao vivo. Vital acaba trocando Belém pelo Rio de Janeiro, quando sela uma parceria com Hermínio, registrada no LP "Pastores da Noite", cuja música título, seria tema da novela "Memórias de Amor", da Rede Globo. Em seguida, Vital participa como músico da fase inaugural do Projeto Seis e Meia, ao lado de Marlui Miranda e Oswaldo Montenegro, com o show "Cantoria". No Projeto Pixinguinha, divide o palco com a rainha do baião, Carmélia Alves, e com o músico Antônio Adolfo, e mais Belchior e Marília Barbosa, Fafá de Belém e Walter Queiróz. Na Sala Funarte, apresenta-se com o Grupo Terra Trio - famoso por acompanhar Maria Bethânia em seus espetáculos - no show "Bandidos e Bandidos". E ao lado de Emílio Santiago, viria a se apresentar no Teatro Carlos Gomes (RJ). Em 1980, grava o LP "Cheganças" e é classificado para o Festival MPB-80, da TV Globo. Em 84, ao lado do também compositor Nilson Chaves, realiza vários shows e grava o LP "Interior", com bastante êxito. Em 1990, lança mais um LP, "Vital". No ano seguinte, realiza, ainda com Nilson Chaves, o espetáculo "Amazônia Vital". Em 94 gravou o CD "Waldemar", em homenagem ao maestro e compositor paraense Waldemar Henrique. Três anos depois, lançou "Chão do Caminho", uma coletânea de sucessos próprios, mesclando influências da música urbana com suas raízes amazônicas. Tem músicas gravadas por Emílio Santiago ("Amor de Lua"), Marisa Gatta Mansa ("Leopardo"), Fafá de Belém ("Precisava Ver"), Ademilde Fonseca ("Coração Trapaceiro"), Simone ("Disfarce"), e mais Alaíde Costa, Elizeth Cardoso, Isaurinha Garcia, entre outros.
Chão do Caminho (1997)
Coletânea de músicas próprias deste excelente compositor paraense, onde ele mescla influências da música urbana com suas raízes amazônicas.


