Quarta-feira, 30, Agosto, 2006
AÇAÍ COM MÚSICA, E ALGO MAIS.
ROCK INICIA E INTERAGE, SOB A FORÇA DO AÇAÍ.
Roqueiros de Belém saiam da toca!!! Nos três dias, 01, 02 e 03 de Setembro, acontecerá o I Festival de Música Independente do Pará: SE RASGUM NO ROCK, nos Palcos das casas de shows Açaí Biruta e Parque dos Igarapés.
Bandas emergentes, que estão apostando tudo na nova era do Rock “regionacional”, estarão presentes nos três dias de muita adrenalina ao som de guitarras plugadas nos mais enlouquecedores e joviais acordes, embevecidos de atitude e novas filosofias de comportamentos.
Bandas como: Aeroplano (dia 1º no Açaí Biruta, às 22:00),Turbo (dia 1º no Açaí Biruta, às 22:45), e Johny Rock Star, estarão interagindo com a massa, em noite pra lá de especial.
Já por conta do intercâmbio cultural, no Parque dos Igarapés, ocorrerão duas apresentações: no Sábado, dia 02, primeiro subirá ao palco, às 19:00, a Banda Mezatrio de Manaus, e em seguida, às 20:00, o show fica por conta da Banda Los Arapongas do Acre.
O Festival ainda terá participação de Bandas que já despontam no cenário nacional, como: Mundo Livre S/A (PE), Cachorro Grande (RS) e Wander Wildner (RS).
Você poderá comprar o passaporte para os três dias do Festival Nas Lojas TIM (Shopping’s Castanheira e Iguatemi, e na Loja da P. Eutiquio), na Loja Na Figueiredo (Gentil Bitencourtt, próximo ao CENTUR) e Big Ben (Doca – Big Serviços), ao preço de R$30,00 (meia entrada para estudantes e clientes TIM) e R$60,00, valor integral.
@AZUL DIVULGANDO MAIORES DETALHES SOBRE A PROGRAMAÇÃO.
DIA 1.09 (Sexta) – Açaí Biruta – 22h
01h - Wander Wildner (c/ Johny Rockstar)
00h15 - Buscapé Blues
23h30 - Nó Cego
22h45 - Turbo
22h - Aeroplano
Dia 2.09 (sábado) – Parque dos Igarapés
22h - Cachorro Grande (RS)
21h30 - The Feitos (RJ)
21h - Madame Saatan
20h30 - Suzana Flag
20h - Los Porongas (AC)
19h30 - Cravo Carbono
19h - Mezatrio (AM)
18h30 - Stereoscope
18h - Norman Bates
17h30 - Johny Rockstar
17h – Álibi de Orfeu
16h30 - Telesonic
16h - Stigma
Dia 3.09 (domingo) – Parque dos Igarapés
22h - Mundo Livre S/A (PE)
21h30 - La Pupuña
21h - Coletivo Rádio Cipó
20h30 - Sevilha
20h - Vanguart (MT)
19h30 - Superoutro (PE)
19h - A Euterpia
18h30 - Bazar Pamplona (SP)
18h - Delinquentes
17h30 - I.O.N.
17h - Jolly Joker
16h30 - Babyloyds
16h - Retaliatory
Maiores informações: www.serasgum.com.
Quinta-feira, 24, Agosto, 2006
AÇAÍ COM MÚSICA, E ALGO MAIS...
DIA 26...DIA DE HOMENAGEAR MESTRE VEREQUETE.
Dois importantes motivos para solenizar no próximo dia 26 de Agosto: O Dia Municipal do Carimbó e Aniversário de um dos maiores precursores do Ritmo Carimbó, o compositor e cantor Augusto Gomes Rodrigues, popularmente conhecido como Mestre Verequete.
A comemoração dar-se-á em um grande show com varias estrelas da música paraense interpretando composições do Mestre, com inicio previsto para as 21:hs, na Praça do Carmo, em Belém, no Bairro da Cidade Velha.
Um evento que merece aplausos e requer comparecimento em massa do público. Afinal, é o resgate da história de nossa música de raiz, e uma valorização e exaltação de uma lenda viva da cultura paraense por puro merecimento e justiça, o que nos orgulha sobre maneira.
Sugiro que as famílias paraenses, brasileiras, estrangeiras..., enfim, compareçam, e os da “terra” levem seus filhos para que entrem em contato com este encanto das matas chamado Carimbó, que embala, através dos tambores, gerações e gerações de cabanos.
O show é parte do projeto Cultura Pará 2006, é idealizado pela Companhia Vale do Rio Doce, chama-se “O REI DOS TAMBORES”, e terá participação do Grupo Uirapuru, Lucinnha Bastos, Almirzinho Gabriel, Nilson Chaves, Mestres da Guitarrada, entre outros. TODOS LÁ.
Sexta-feira , 18, Agosto, 2006
Dr. LEONARDO CELSO ESCLARECE.
Amigo JR Neves,
Li a sua nota na coluna Açai com música sobre a mudança da AR Music para Recife.
Em relação a ela tenho a fazer as seguintes observações:
1) Os telefones ainda não foram ativados pela operadora porém estão corretos ainda que desativados.
2) O endereço do escritório é o seguinte:
Rua Fernandes Vieira, n 311, salas 101 a 105, Bairro Boa Vista, Recife-PE, cep 50050-200, próximo ao clube português do Recife.
3) Caso os compositores tenham alguma emergencia podem ligar pro meu celular pessoal que é o (81) 8726-97-74
Solicito a sua colaboração no sentido de divulgar o conteudo dessa nota no mesmo local para esclarecimento do público.
Atenciosamente,
Dr. Leonardo Celso Martins de Deus.
OAB-PE 21.759
Recife-PE 21:21
Valeu "Drzão", fique na paz do Sr. JESUS. Abração.
Terça-feira, 15, Agosto, 2006
AÇAÍ COM MÚSICA., E ALGO MAIS...
EDITORA AR MUSIC EM RECIFE.
Agora é oficial. A Editora Ar Music, gerenciada por Silvinha Silva está mudando o escritório da Matriz, em Belém, para Recife.
Após reunião dia 07/08/06, com os autores, veio o comunicado, e, segundo Silvinha, é necessário um intercâmbio maior com os artistas do Nordeste, e a distância tem atrapalhado bastante essa aproximação.
Segundo Silvinha, o trabalho de edição se dará em os autores enviarem suas letras e composições em mp3, via e-mail, para silvinha.ar@hotmail.com ou arstudio@terra.com.br , ou entrar em contato pelo número: (81)3082-8183 - falar com Paula ou Jéssica.
Ainda uma outra opção para pedido de documentação, cópias de recibo, autorizações e contratos, etc., é via Sedex, diretamente para o setor jurídico da Ar Music em Recife (só não repassaram o endereço), sob responsabilidade do Dr. Leonardo Celso – (81)8857 8270.
A data de funcionamento da AR MUSIC em Recife ainda será comunicada.
Silvinha reitera que a Editora continuará atuando normalmente com os autores que ficaram em Belém, ainda que pese a dificuldade dos contatos.
Da nossa parte, estaremos torcendo para o êxito da nova empreitada da editora AR MUSIC, assim como torcemos e trabalhamos para o crescimento do mercado autoral e de qualquer editora séria que valorize e respeite, sobre tudo, o compositor.
Bons fluidos e boa sorte a todos.
NOVO SITE DA L. BASTOS COM LOJA VIRTUAL DE CD’S.
Além de conceituada e promissora editora, produtor fonográfico e produtora de eventos, a L. Bastos Produções inaugura seu mais novo seguimento na área cultural: A loja Virtual de Cd’s.
O maior foco da loja é centrado nos produtos de artistas paraenses, mas sem deixar de fora os produtos de artistas de outros Estados.
No luxuoso Site você encontra álbuns de artistas como; Mario Quinan, Nilson Chaves, Mharco Monteiro, Lucinnha Bastos, Marco André, Neuber Uchôua, e de Bandas, como: Orlando Pereira, Tanakara, Doce Pecado, Eskala e muitos outros bons produtos, com um preço bem em conta.
A Produtora e Editora L. Bastos fica, em Belém, na Domingos Marreiro 1610, entre 03 de maio e 14 de abril, Bairro Umarizal. Fones: (91) 32468955 e 32660737.
Pra saber mais, Acesse: www.lbastos.com.br ou www.bandasayonara.com.br.
Sábado, 12, Agosto, 2006
AGOSTO DO ROCK.

Fonte da imagem: www.fotolog.com/_jrs
Belém começa a estremecer hoje, 12 de agosto a partir das 22:hs na casa de shows Mormaço no Bairro da Cidade Velha, por conta do Projeto A Gosto do Rock.
Subirão no palco as bandas Johny Rock Star – dissidente da Banda Eletrola – ao lado de duas debutantes no cenário roqueiro da Cidade. As bandas: Amptoy e Telesonic.
O projeto continuará aos sábados sempre mesclando bandas mais experientes com as iniciantes, que buscam projeção no circuito, e contará com as participações de DJ’s Bernie Walbenny, Mr. Wonkas III, Just Luc e Nico Bates.
Ingressos a R$5,00 na Loja Na Figueiredo.
Maiores informações: (91) 3224 8948
Terça-feira, 01, Agosto, 2006
AÇAÍ COM MÚSICA, E ALGO MAIS.
BANDA CALYPSO: “A FAMA NÃO NOS SUBIU À CABEÇA”.
Fonte da imagem: Jornal O Liberal
Essa foi à manchete do jornal O Liberal, caderno Magazine, de 30/07/2006.
Por conta disso, recebi enxurrada de e-mails, uns elogiando a banda paraense e outros até mesmo beirando o surto, achando absurdo o título da matéria e as respostas dadas pela dupla Joelma e Chimbinha.
Leitores orgulhosos com o sucesso da banda há ponto de destacar, que o Pará só entrou em rota nacional de maneira respeitosa e abrangente (culinária, músicas, pontos turísticos, Cultura em geral, e, pasmem, até no Big Brother; rsrsrs!) após a ascensão e notoriedade da Banda Calypso. De certa forma..., concordo.
Outros mais irônicos, sugeriram mudança na chamada de capa, para: “A FAMA NÃO NOS FEZ BEM PRA CABEÇA”, ou “BANDA CALYPSO MONOPOLIZA O MERCADO MUSICAL DO RITMO CALYPSO”, ou até mesmo: “BANDA CALYPSO ATRAI COMPOSITORES PARAENSES COM PROMESSAS E DEPOIS OS DESDENHAM.
Esse último, diz respeito ao depoimento dado pelo percussionista paraense Clei, que se diz confuso quando leu que o Carimbó, ritmo genuíno daqui, que, segundo a entrevista, versa sobre diversos tópicos sobre a cultura do Pará e será tema de abertura do DVD da banda Calypso, não fora feito por um compositor local.
Segundo ele, com suas próprias palavras: “É triste ver, que após tanto tempo sonhando com a projeção da cultura de nosso Estado, quando finalmente um artista do Pará consegue esse feito, na surdina, por vaidade ou situações pessoais, os mesmos agraciados pelo sucesso acabam desprestigiando não só nossos compositores paraenses, mas também técnicos, produtores, músicos, dançarinos, roldier’s...”. “E que é pior, é que alguns enchem a boca pra falar que valorizam sobre tudo a Cultura e o povo do Pará...” Pura contradição, esbraveja Clei.
Ainda reiterando, Clei cita o exemplo de várias bandas que não são paraenses, acabam se aproveitando do fato do Pará ser o grande produtor e precursor do ritmo, se auto divulgando como se fossem oriundas do Estado, recrutando um ou dois músicos paraenses (parecendo novela da Rede Globo que deixa em cena um ou dois negros só pra não dizer que é uma emissora preconceituosa), e colocam bandeiras do Pará nos palcos e telões, nos shows ao vivo, em DVD´s, nas caps de CD’s..., mas a maioria do material humano, nem de longe é paraense, e quando é do Pará, os envolvidos não são remunerados adequadamente e de maneira respeitosa.
´Só pra citar, o cachê dos músicos das maiores bandas de Calypso é R$100,00 por show..., e nem um centavo a mais..., e o cachê dos dançarinos nem chega a R$70,00.
“Algumas bandas conceituadas, por exemplo, estão divulgando no making of de seus DVD’s, as imagens de vários compositores de outros Estados, sem mostrar os rostos de compositores paraenses”, Exclama Clei.
Já o cantor e compositor Chyco Salles, acha que devido ao entrave ou falta de apoio na projeção de outras bandas e artistas paraenses por parte da Banda Calypso, sem a famigerada “panela”, está acometendo o ritmo calypso há uma perda de força e projeção, e que o mesmo, o ritmo calypso, estaria caminhando para o malfadado destino da lambada: o limbo.
Com relação ao boato de que compositores paraenses estão “perdendo espaço” em um mercado que nasceu aqui no Pará, acredito ter sido por pura falta de informação por parte dos próprios autores, com relação aos seus reais valores e sobre as legislações dos direitos autorais.
Também pesa a falta de união entre si, e entre os produtores de Belém (foram influenciados pelos reais dos empresários), uma vez que os autores paraenses não possuem o hábito das parcerias, constituído muita das vezes pela falta de visão do mercado nacional, falta de ética e profissionalismo em geral.
Os compositores paraenses, infelizmente, tiveram sua imagem divulgada pelas principais Bandas e empresários de Calypso que se beneficiaram do sucesso e sua fórmula, de maneira negativa no Nordeste. Os comentários soam da seguinte forma: Os autores paraenses são brigões, se auto desvalorizam, ficam ligando, ás vezes até de madrugada, para os empresários para esculhambar e cobrar por seus direitos autorais – muitos em algumas vezes em suas razões.
Alguns autores negociam há revelia das das editoras. Fazem a transação diretamente com empresários..., outros editam em duas ou mais editoras, se vendem por qualquer vil metal, falam mal de todo mundo, inclusive de seus conterrâneos, passam fome e por aí vai...
Isso realmente me deixa entristecido, pois afinal, por uns todos acabam pagando.
Concordo que, em parte, alguns autores paraenses agem desta forma, mas não são todos.
Pelo menos eu, nunca dei um telefonema sequer, pra cobrar ou questionar qualquer empresário que seja.
Agora..., que tem empresário ou dono de banda que dá calote ou paga quando quer e o preço que ele acha que vale o trabalho dos autores paraenses, isso tem aos montes.
Mas como eles tem o poder (grana), e acesso direto à mídia, sempre passam por vítimas melindradas nessa história.
Quanto ao fato do Carimbó ou músicas de Calypso serem compostos por autores de outros Estados e estarem sendo gravados por bandas, paraenses ou não, pra mim é questão meramente de competência dos autores de fora (eles estudam, pesquisam, ouvem, se unem...) ou..., operação exclusão dos autores paraenses. pode ser "questão de gosto"..., ou STATUS, pelo fato dos autores serem de um centro mais visado..., ou, pior ainda,..., por um fator meramente pessoal.
Esta última é a que eu mais credito.
Exemplo da questão pessoal?
Digamos que a Banda K-LIPSO DE BELÉM, de empresário de fora ou não, prefere pagar R$5.000,00, R$10.000,00 ou R$20.000,00 em uma composição de um autor de outro Estado (alguns chegam até a divulgar, com orgulho, os valores pagos), do que pagar R$1.000,00 ou R$500,00 em uma composição paraense, simplesmente pelo fato do empresário/artista, conterrâneo ou não, se considerar “amigo” do autor, e assim por achar que ele, o autor, tem por obrigação, ou por ser bobo, de fazer as músicas de graça.
Quando um autor paraense não se submete a esse tipo de situação vexatória, a atitude soa como uma afronta para com o artista/empresário, desencadeando uma perseguição e culminando com o “mais fraco" e desinformado, no caso o autor, tendo suas músicas simplesmente limadas (excluídas) e ainda tem seu nome difamado e enlameado nos quatro cantos do Norte e Nordeste, perdendo assim o seu espaço.
E o pior...? Isso acontece com a ajuda de produtores e bandas locais, que começaram sua trajetória de sucesso com as composições genuinamente paraenses.
Ou seja, cospem no prato, por pura vaidade ou burrice, pois um precisa do outro.
Atualmente, várias bandas, incluem-se a Calypso, têm sua própria editora, com compositores paraenses efetivamente editando nas mesmas, mas, contraditoriamente, as bandas/editoras continuam não gravando as músicas dos autores do Pará.
Por esse motivo, acredito não caber mais a desculpa de que uma determinada editora paraense que detêm o maior acervo de composições do gênero Calypso, atrapalhava as negociações.
Autor renomado como Elias Muniz, que não é paraense, e que tem músicas feitas em parceria e gravadas pela Banda Calypso, edita a sua parte da obra-litero musical em editora de sua confiança (não edita na editora da Calypso), e nem por isso é chantageado, humilhado ou execrado, ao contrário, é aclamado e muito bem remunerado.
Porque ele não é ou foi ultrajado? Porque tem brilhante carreira, é bem sucedido e tem notoriedade e respeito, por tanto, não se submete a certos caprichos ou pré$$ões de alguns artistas que se sentem donos da verdade e do mundo.
Resumindo e repetindo: As próprias bandas e empresários jogaram por terra a tese de que tinha ou tem, editoras paraenses que dificultam as liberações das músicas, ou que somente os autores do Pará são extremamente complicados e culpados da sua possível auto-exclusão do mercado.
Foi um “lima” geral e na surdina nos autores paraenses. E os produtores musicais, que iniciaram o processo da criação do ritmo, por ironia, seguem o mesmo destino.
Bom..., Ficam registrados os protestos e dissertações dos leitores do Bloguinho Açaí com Música, e algo Mais, sobre o assunto.
Acho que tudo nessa vida serve para reflexões, e acredito que o Sol nasceu para todos (autores), e aqueles que, independente de qual Estado, por competência merecerem chegar e permanecer no “topo”, que assim seja.
Uma coisa é certa..., Joelma e Chimbinha saíram daqui do Pará com a cara, coragem e sem nenhum tostão no bolso, e venceram no holocausto que é o mercado da música, e queira ou não, estão sim divulgando o nome do Pará.
Mas é sempre bom lembrar, que..., desvalorizar ou esquecer quem esteve lado a lado no difícil começo, pode custar bem mais que as atuais cifras que adornam as contas bancárias.
Pode custar à solidão.
Amizade não tem preço.
Ter “amigos” com milhões no bolso é fácil.
Amizade boa e verdadeira é aquela conquistada na "pindaíba"..., quando todos estão sem grana no bolso.