Blog Açaí com Música e Algo Mais

AÇAÍ COM MÚSICA, E ALGO MAIS.
Jr. Neves

WORKSHOP DE CINEMA EM BELÉM.
Rita Buzzar, autora das minisséries “Rosa dos Rumos”, “Ana Raio e Zé Trovão”, “A Queridinha”, entre outros grandes sucessos da televisão brasileira, estará em Belém, nos dias 11 e 12 de agosto, no Shopping Castanheira, por ocasião do “III Workshop Belém de Cinema”.
Rita Buzzar estudou Cinema na Escola de Comunicações e Artes de São Paulo, e começou a trabalhar como roteirista ficcional em Cuba e México, a convite de Gabriel Garcia Márquez, tendo participado da série “Amores Possibles”.
Especializou-se no Sundance Institut, de Robert Redford, em Utah, com o projeto “Luz no Céu”.
Ainda haverá a participação do Paraense Luis Arnaldo que dirigiu o premiado documentário “Chama Verequete”.
Maiores informações: (91)32497543 – 81289817 ou www.amazonpromotion.com.br

STF MANTÉM VETO A SHOWMÍCIO.
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Ministra Ellem Gracie, arquivou a ação direta de inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pela Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) que pedia a anulação da regra que proibiu os showmícios, e eventos similares com a finalidade de promover candidatos a reuniões eleitorais.
A regra foi estabelecida na Lei 11300/06, que instituiu a “mini-reforma” para as eleições deste ano, modificando a lei 9504/97.
A mini-reforma eleitoral, aprovada em maio, trouxe novidades para a campanha eleitoral e disciplinou a prestação de contas.
Os objetivos principais da reforma foram reduzir os custos de campanha e aumentar a transparência nos gastos para evitar a prática do caixa dois...
...Parte da matéria publicada no jornal O Diário do Pará, em 15/07/2006.

SEM SHOWMÍCIO. CORRUPTOS LIVRES E RICOS E O POBRE DO MÚSICO É QUEM PAGA O PATO.
Logo que fora noticiado essa “negra novidade” para os músicos, em maio, escrevi um tópico, repudiando a tal regra de proibição, absurda, diga-se.
A princípio, pela atitude do STF, pareceu que os músicos e artistas é que foram, ou são, responsáveis pela administração, distribuição e prestação de contas da verba destinada às campanhas políticas.

A questão não é só o direito do trabalho constitucional como direito social do cidadão. É muito mais do que isso; é um ato desrespeitoso para com o músico, com o artista brasileiro.
É fazê-los de bode expiatório, sem ao menos considerá-los como pai de família.
Na época, pra mim, tratou-se de mais uma atitude deslavada e descabida por parte do governo para desviar a atenção da opinião pública, no que diz respeito à podridão e corrupção que acometeu o país por parte de “políticos” sem escrúpulos.
Corrupção esta que sempre existiu veladamente, mas se manifestou de maneira descarada no governo do PT.
Essa lama toda fluiu em baixo de um lençol de impunidade, em um sistema em que os três poderes são coniventes e vergonhosos.

Todas as “CPI’s” terminaram em caviar regado a uísque, com aposentadorias e premiações absurdas para os protótipos de político.
Milhões foram desviados e tudo do bolso do povo, do pobre, que é massacrado, escravizado e obrigado a pagar, de uma forma ou de outra (o imposto é apenas uma...) por essa politicagem escabrosa e obscurantista.
Grana altíssima, que hoje deita em berço esplendido nos paraísos fiscais, com os verdadeiros bandidos ainda a solta, e o que é mais triste, comemorando com suas danças burlescas, mas pertinentes com as cifras em suas retinas, embolsadas com os esquemas de corrupção.

Nesse joguete, como sempre, a corda arrebenta pro lado do mais fraco, e esse infeliz é o músico brasileiro.

Ao invés de uma ação mais elaborada e eficaz do STF contra o desvio de verbas, fiscalizando os “marqueteiros”, os diretores de campanhas, e até mesmo os candidatos e seus parentes, ou seja, coibir as ações GATUNAS dos verdadeiros envolvidos no processo de campanha eleitoral, resolveram extinguir os showmícios, desempregando, formal ou informalmente, milhares de pessoas (não são só os músicos envolvidos) como: Roldier’s, bombonzeiros, seguranças, vendedores ambulantes de cervejas e comidas, taxistas, etc.
Sem contar com a privação imposta ao público de baixa renda, que às vezes, não possui condições de pagar um ingresso para assistir os shows de grandes atrações. Como sempre, tiraram também o lazer do povão.

É gente, assim fica difícil..., apenas pra nós da plebe.

Os “caras” roubam do povo, manipulam o povo, desdenham, zombam, e ainda punem o povo, é mole?

E o músico? Bom, ele, que já é discriminado, desvalorizado e desrespeitado, que vá cantar (ou tocar) em outra freguesia.

E as famílias dos músicos? São um mero detalhe a ser esquecido.

E olha que o Ministro da Cultura é músico.

O que ele tem há ver com essa história?

Talvez nada, mas uma simples declaração do Ministro Gilberto Gil a favor dos músicos mobilizaria a opinião púbica, a classe artística, a imprensa de um modo geral..., seria uma forma de pressionar o STF, em prol da classe musical. Seria no mínimo uma atitude de altivez de um político que se preze.

AÇAÍ COM MÚSICA, E ALGO MAIS.

PARAENSE LEILA PINHEIRO, FINALISTA DO PRÊMIO TIM.
Em sua quarta edição, que este ano homenageia o Cantor Jair Rodrigues, o Premio Tim de Música tem a Paraense Leila Pinheiro concorrendo no quesito melhor Disco de MPB, com o CD “Nos Horizontes do Mundo”.
Leila Pinheiro também interpretará a música “Renata Maria”, parceria de Chico Buarque e Ivan Lins, que disputará o prêmio de melhor canção.
De um total de 700 CD’s e 104 DVD’s inscritos, foram selecionados 104 em 16 categorias. Os 35 ganhadores serão conhecidos na noite de 25 de julho, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Estaremos torcendo.

SARCASMO EXAGERADO ou SIMPLES BRINCADEIRA?
Alguns artistas me mandam e-mail criticando o comportamento do apresentador Ney Messias Jr., no programa Terruá Pará, apresentado na TV e rádio Cultura as sextas pela manhã, com reprise aos domingos.
Acham que, quando se apresentam artistas mais populares, como cantores de “Bregas”, Calypsos, Boleros..., o apresentador Ney Messias aproveita pra tirar uma “casquinha”, com piadas irônicas, que, segundo eles, beiram o mau gosto.
A última vítima, segundo os arautos de plantão, foi o veterano cantor e compositor Osvaldo Oliveira, o popular e conceituado Vavá da Matinha, um dos grandes ícones da música paraense, que morou por muitos anos e fez grande sucesso no Rio de Janeiro.
Para contrapor este fato, os vigilantes, dizem que quando Nilson Chaves, Almirzinho Gabriel e cia apresentam-se no mesmo programa, os mesmos são tratados com irrepreensível fidalguia e respeito.

Penso eu, que esse jeito irônico é intrínseco do Ney, e no ponto de vista dele, acredito, que não haja maldade em tais “brincadeiras”. Mas se é que há verdade nisso tudo, seria bom Ney se policiar um pouco.
O que tem que ser entendido, é que programas desse tipo, por mais que os envolvidos com a produção não queiram agir de acordo, são feitos para os telespectadores e não só para a classe musical ou para os críticos, e que esse mesmo público se sente igual a qualquer um, e que naturalmente, quer que todos os artistas sejam tratados com igualdade e respeito, o que seria absolutamente normal.
É bom lembrarmos, que olhares críticos existem pra tudo e todos, e quando pensamos que estamos jogando a pedra, estamos sendo apedrejados sem a menor complacência.
Vigiais uns aos outros de maneira salutar, e tenhamos humildade e sabedoria pra reconhecer nossas falhas e corrigi-las, sempre agradecendo ao nosso bom DEUS, por mais essa oportunidade de reencontro consigo e pelo provável crescimento espiritual.
Pelo menos com relação aos comentários feito em nosso Blog, Ney tem se mostrado tranqüilo e aberto as críticas, desde que sejam construtivas e que tenham fundamentos, e sei que se for este o caso, irá absorvê-las com altivez.
Como diria o próprio Ney Messias Jr.: “Metanóia para todos”.

GERSON THIRRÊ EM MOSQUEIRO.
Um dos maiores intérpretes que o Pará já produziu, estará se apresentando no mês de julho na bucólica, mais precisamente as sextas, aos sábados e aos domingos, a partir das 22:hs, na Churrascaria e Pizzaria ESPETO QUENTE – na Dezesseis, próximo a Vila, informações: (91)32772218 – 88227849. Uma ótima pedida para o verão.
Contatos para contratar Gerson Thirrê, um dos grandes artistas da estirpe da talentosa e tradicional família Brandão (som): (91) 32578073 / 88355844.