Blog Açaí com Música e Algo Mais

AÇAÍ COM MÚSICA, E ALGO MAIS.

MPBP - MÚSICA POPULAR BRASILEIRA PARAENSE, NA COPA.

Fonte: http://www.globo.com/jornalhoje

No encerramento da Copa do Mundo, mais precisamente no dia 08 de julho, na Casa das Culturas do Mundo, em Berlim - Alemanha, acontecerá a apresentação dos Mestres da Guitarrada com participação especial do guitarrista Pio Lobato. Os artistas paraenses estarão entre outras importantes atrações brasileiras.
O convite veio em Dezembro do ano passado, através do ministério da Cultura, e teve como curadores o próprio Ministro Gilberto Gil e o produtor musical e antropólogo Hermano Vianna. Será um momento em que os povos, porque não dizer nações, estarão integradas através de sua arte, música e paixões pela sua cultura.
Não deixará de ser importante e de grande orgulho pra nós paraenses, que, apesar das amarras do individualismo ainda persistirem em nos retroceder, sabemos o quanto à cultura paraense avançou e se difundiu em solo nacional e internacional.
Que bom, afinal, se DEUS é Brasileiro, o Pará também merece a benção do reconhecimento.

O CHARME DE LENNY BELLARD.

O Site Brega Pop ficou mais charmoso com a chegada de uma nova e bela companheira, a cantora, compositora, jornalista, DJ..., ufa!, Lenny Bellard. É sempre bom ter uma companhia ou o coleguismo de uma figura feminina em nossa “mesa”. Afinal, o que seria de nós, meros e falhos homens, sem a delicadeza e “astúcia” das mulheres? Ébrios solitários? Creio que sim. Seja bem vinda Lenny.

MARCO ANDRÉ E O SHOW “BEAT IÚ”.

Fonte: http://www.marcoandre.art.br

O cantor e compositor Marco André, que conquistou uma das recentes edições do TIM Festival de Música Brasileira, mostrará no African Bar, mais precisamente no dia 30 de junho, o seu novo show denominado “Baet Iú”, inspirado no CD homônimo e mesclado com músicas do CD anterior, o consagrado “Amazônia Groove”.
O show ainda terá participações especiais de Paulinho Moska, do grupo La Pupuña e DJ Dolores.
Evento imperdível. Ingressos antecipados na Loja Na Figueiredo (Gentil Bittencourt e Estação das Docas - Belém).

CANTOR LUIS GUILHERME FIRME E FORTE.
O cantor e compositor foi a grande atração do Programa Conexão Belém Pará Cultural, exibido na TV RAULAND – Belém (REDE TV) dia 17/06/2006. É sempre bom rever artistas com trajetória de sucesso na música paraense e nacional, e Luis Guilherme se enquadra perfeitamente neste quesito, sendo ele, Luis, um dos responsáveis pelo sucesso do movimento “Brega” paraense nos anos oitenta, e que persiste até os dias de hoje.
Luis Guilherme continua levando ao público a magia musical através de sua bela voz e de seus grandes sucessos, através de músicas do passado e de música brasileira de um modo geral, pelas noites de Belém e interior do Pará. Quem quiser contratar Luis Guilherme e ouvir um grande cantor e um repertório eclético e de qualidade, ligue: (91) 9617-1379 ou 3263-6361.

BANDA ZOUK VOL. II

A galera que é chegada a um bom zouk, pode procurar o CD da Banda Zouk Vol. II, que tem como linha de frente a bela cantora Lady Lu.
No CD você pode ouvir e dançar os sucessos: “Biri biri bam bam”, “Chorando Se Foi”, “Atrevido” e “Mal de Amor”, e as mais recentes: “Jóia Rara”, “Amor Proibido”, “Doidinha Pra te Amar”, entre outras.
O CD “Banda Zouk” Vol. II está em todos as lojas do Brasil, e você pode adquiri-lo, assim como informações sobre shows, através de contato com o amigo e promoter Felipe Languer no (91) 8161-4866 ou felipelanguer@yahoo.com.br - felipelanguer@bol.com.br ou acesse a ótima coluna do mesmo, a famosa “GIRO BREGA POP” - www.bregapop.com/giro - aí, bem ao lado do blog “AÇAÍ COM MÚSICA, E ALGO MAIS”.
Quer conhecer mais sobre a banda? Acesse: www.bandazouk.com.br.

BETO BARBOSA EM GRANDE MOMENTO.

Fonte: http://www.betobarbosa.com.br

Agradeço a assessoria do cantor Beto Barbosa, através da solícita Ana Clara Marinho, pelo envio do CD “Só Vai Dar Eu e Você”. O novo CD de Beto Barbosa vem com a marca BB.Record e constitui-se no que Beto sabe fazer de melhor, ou seja, o repertório muito competente no suingue, “passeando” pela lambada, forró, balada, Calypso, Zouk`s, regravações (Preta, Beijinho na boca, Adocica, Louca magia, Balance com BB, Mar de emoções, Só vai dar eu e você...) e afins.
Com o titulo: “SÓ VAI DAR EU E VOCÊ” o novo CD de Beto Barbosa é arrojado nos arranjos de bateria e contra baixo, possui uma metaleira vibrante, com acordeons dando o toque paradoxal entre a sofisticação dos harmônicos e a tradição das danças e cultura nordestina, e pra completar, letras efusivamente apaixonadas.
Um som tipicamente brasileiro, pra não deixar ninguém parado. Pura Louca Magia... Contatos para shows: (85)99870221 ou (91)81449505 - procurem no no orkut: assessoria BETO BARBOSA - assessoria@betobarbosa.com.br ou acesse: www.betobarbosa.com.br

MANGA VERDE EM TOM NOSTALGICO.
Foi muito bom ver novamente reunidos, após 10 anos de atividades individuais na música, uma rapaziada considerada grande parte da nata do samba paraense, revivendo um sono e dividindo o mesmo mágico espaço de tablado artistico.
O “ensaio” de retorno aos palcos do Grupo Manga Verde, deu-se por conta da apresentação no programa Terruá Pará, que é apresentado por Ney Messias Jr, na TV Cultura-pa todas as sextas feiras pela manhã, sendo reprisado aos domingos, no mesmo horário.
Ver e ouvir os acordes do menino poeta Alcyr Guimarães, com aquele sorriso maroto e apaixonado pela dona Rô, o Dita, o Ademir , o Xaxá e Cia, fez muito bem pra áurea dos sangues bons. Sem contar com a doce lembrança dos áureos acordes e solos do saudoso Jorge Barão.
Estou torcendo pra que, mesmo sem assiduidade britânica e as cobranças divergentes de responsabilidade ao extremo que tem como conseqüência o estresse, a rapaziada vez ou outra volte a tocar e venha nos encher de alegria ao lembrar os grandes sucessos que marcaram e embalam gerações e tradições por estas bandas.
Vocês, “meninos”, todos jovens e saudáveis, bem que podiam dar essa “canja” mais vezes, e que seja até como “show filantrópico”, não faz mal, afinal..., todos necessitamos do alimento que nutre a alma, e este alimento são os acordes embevecidos e ungidos pelo verde da manga belenense, a música do Grupo Manga verde.
A manga em tom verde, alimentando os nossos sonhos. Parabéns a todos do grupo e da produção do Terruá Pará, que acertou bem no alvo.

OBS: bem que, o não menos famoso e competente grupo “LUZ & SOMBRA”, do amigo Bosco Guimarães e cia, poderia seguir o mesmo compasso e rememorar nossos corações. Estariam afinados com os novos velhos tempos.
O tempo de reviver para viver bem novamente.

AÇAÍ COM MÚSICA, E ALGO MAIS.

Demorou, mas estou de volta galera. E já chego com novidades. A “coluna” virou um BLOG e foi rebatizada, com o titulo: “AÇAÍ COM MÚSICA, E ALGO MAIS”, para que possamos versar e interagir sobre assuntos de um modo geral, sempre respeitando as opiniões e conceitos de todos. Será uma espécie de troca de informações, pautados na educação e elegância nas possíveis divergências.
Alguns assuntos polêmicos serão abordados e sei que não agradará a todos, até porque é impossível, mas vou procurar, na medida do meu insignificante conhecimento, ser verdadeiro sempre.

Acho isso importante, pois, como disse em outra oportunidade, a “vida já é uma grande mentira” devido a instabilidade emocional da maioria, a mutação dos seres humanos, e a ambição por interesses próprios que transforma o mundo em um grande teatro, onde as vedetes são “os duas caras”, e isso é fato. O mundo é o teatro dos egoístas, e isso não me exclui, de maneira alguma.

“Só sei que nada sei” virgula. JESUS É A ÚNICA VERDADE.

E com ou sem filhos com Maria Madalena, hehehe!

Então vamos a primeira “loucura” do semelhante!

O QUE ACONTECEU COM A ARTE DE CORTEJAR?
Com a auto-desculpa de que preciso pesquisar as sonoridades contemporâneas que povoam a misteriosa e surpreendente Belém, tenho peregrinado, na penumbra, por bares e casas noturnas, investigando e absorvendo ensinamentos, e a procura de um acorde, um solo, uma voz..., com uma esboço de virtuosismo, que possa reanimar-me, resgatar-me e livrar-me do tédio e olhar enfadonho que me assola momentaneamente.

Nessas peregrinações, digamos soturnas, melancólicas, tenho notado um comportamento no mínimo insensível por parte da maioria da galera que, apenas por distração, freqüenta a nigth de Belém (ou é assim em todo Brasil?). Tipo, mulheres rodeadas de “amigas” e homens ladeados, da mesma forma, de “amigos”, e todos demonstrando um certo vazio em seus corações. Quase que um sofisma de relacionamento, digamos.

O que estou querendo dizer? Que na minha santa e matuta ignorância, que posso estar errado, lógico, percebo que os sexos opostos estão mais opostos do que nunca.
O antagonismo nunca esteve tão presente entre homens e mulheres.

Ou será que sai de uma caverna, de um poço de devaneios, ou estava, inconscientemente na era medieval, na época em que cortejar, galantear, ser gentil, até, por que não dizer, lutar, no bom sentido, por um olhar fulgurante e arrebatador ditado pelo carinho e atenção de uma bela dama, era algo da mais pura honra e alegria para um cavalheiro?

Percebo que, de certa forma, as mulheres, de modo merecido e por pura competência, conquistaram seu espaço na sociedade de um modo geral. Grande parte das mulheres são totalmente “independente” do homem. Parece que de tão cansadas de serem submissas e enganadas pelo homem através dos anos, fixaram suas ações em evoluir profissionalmente, em se libertar das amarras machistas e antiquadas, e enterrar de vez aquele paradigma de que mulher é “sexo frágil”.

De certa forma, parece que querem recuperar o tempo perdido, mas, pela gélida e atual maneira de tratar o homo sapiens, fica parecendo que os homens ainda tem muito que pagar pela falta de respeito no quesito falta de fidelidade e valorização da figura feminina, em eras passadas.

Seria uma espécie de doce vingança?

Por outro lado, será que os homens, acostumados a serem os senhores de si e de tudo, achando que lugar de mulher era e é na cozinha, e de boca bem fechada, sendo ele, o homem, totalmente egoísta em seus divertimentos pessoais e individuais, como: jogos diversos, futebol, pescarias, reuniões fictícias e amantes, não param completamente no tempo?

Será que os homens acostumados a serem insensíveis aos desejos, fantasias, e caprichos de uma rosa chamada: Mulher, após haver esta certa libertação por parte das ex-encoleiradas, perderam completamente o rumo, o prumo, a referência do que é ser um galanteador, um romântico, um conquistador, um verdadeiro amante, no real sentido da palavra.

Ou será que as mulheres, em busca de tanto êxito em suas conquistas, tornaram-se soberbas a ponto de menosprezarem o afeto dos ex-dominantes?
Estariam elas se achando demais? Exigentes demais?

A mulher ficou tão paranóica, incontestável e soberba ao ponto de não mais aceitar gestos românticos e carinhosos, como o oferecimento de uma rosa, um sorriso, uma poesia, uma frase elegante?

Algumas mulheres fingem não gostar de ser cortejadas, pra não parecerem frágeis ou bobas, e acabam não admitindo que sente a falta de gentilezas por parte dos homens?

Afinal, o homem perdeu a auto confiança, a coragem, a inteligência, a autenticidade, o jeito de fazer que uma dama sinta-se lisonjeada ao ser elogiada de maneira eloqüente e verdadeira, pura e cintilante, intensa, suave e esplendorosa, como ela realmente é ou merece?

As mulheres tornaram-se materialistas a ponto de acharem que um homem só é maravilhoso, quando a presenteiam com carro de luxo, um celular de alta resolução, viagens e roupas caras, festas e luxurias para competir e invejar as “amigas”?

Ou preferem obter tudo com seu próprio suor, para que o homem, mais tarde não venha a lançar em seu rosto, tudo o que lhe dera?

Nessa guerra quem sai ganhando? Quem sai perdendo? Os dois? O casamento, ou simples fato de homem e mulher morarem juntos, está fadado à extinção?
A produção independente seria uma saída, uma tendência real?
Quem está sendo mais egoísta ou pouco inteligente, o homem ou a mulher?
A depressão vale mais que um verdadeiro amor? Vale mais que um beijo, por mais que seja por uma noite, ou um momento que poderá ser inesquecível, ou no mínimo revigorante?

Fazendo um breve retrospecto nos bares da vida, o que se percebe, com raras exceções, são mulheres que se reúnem, conversam sobre quase tudo, e demonstrando segurança e felicidade, não aceitam sequer que um homem puxe uma cadeira, mesmo que seja um puro e desprovido gesto de educação, que ela já vem fazendo caras e bocas como sinal de negatividade, tipo: “nem tenta, que não dá”.

Enquanto que os homens preferem dizer as mesmas frases, mais batidas que discurso político ao dar uma cantada na moçoila, enchendo de engodo a já quase extinta paciência feminina.

Nos meados ou final de noite, as damas despedem-se entre si e saem, cada uma em seus carros, de nariz empinado, demonstrando uma falsa altivez, que possivelmente se estilhaça quando ficar entre as sombrias paredes de seu quarto, e ao deitar-se, percebe que perdeu mais uma noite que poderia ter sido bem mais interessante, ou no mínimo mais caliente, mais viva.

Como saber? Só tentando. Teoria e imaginação nem sempre se tornam fatos.

Será que à noite, necessariamente precisa acabar na cama? Seria ótimo, não?

Mas a noite também pode ser agradável por fazer novas amizades, por um bom “papo”, troca de conhecimentos, risos e abraços, paqueras que podem deixar um gostinho de quero mais, de repente proporcionando o convite de um novo encontro em uma praça, em um cinema, teatro, shows, praia, e daí então, quem sabe, após o clima mais aconchegante, chegarem a um gran finale realmente aprazível. Ou não?

Também percebo que a maioria dos homens também acabam saindo dos bares sozinhos e com a sensação de derrota, de fracasso e frustração, por não saberem lidar com a situação.
Por não saberem exatamente o que as mulheres querem, pensam, ou buscam de tão diferente, se o diferente não se pode viver a sós ou que precise acontecer ali, naquela noite, naquele momento, naquele lugar.

O homem estaria perdido e pagando um preço alto por seu machismo, por seu ego “tresloucado”?

Será que a mulher, de tanto se rebelar contra as atitudes prepotentes e machistas está se tornando uma espécie de homem de saia? Será que se preocuparam tanto em dar o troco que acabaram agindo tal como os homens, devolvendo tudo com juros e correções monetárias, que sem perceber estão agindo inconscientemente, exatamente igual aos cuecas degenerados?

Seria um sinal de insegurança das mulheres? Impaciência? Imaturidade? Chatice? Seria o tédio causado pela falta de criatividade e autenticidade por parte dos homens? Seria um conjunto de falta de qualidade dos homens? Onde estariam os homens de atitude?

O que poderíamos pensar sobre uma trégua, se é que seja necessário?

A disputa de egos está massacrando e deteriorando a relação entre homens e mulheres?

Seria esses motivos a grande explicação da propagação do homossexualismo?

Seria esse um dos motivos da frase da moda, tipo; O Mundo é gay?

Ninguém mais sabe quem é gay, lésbica, ou heterossexual? Será a explicação do fato de ninguém, tanto homem quanto mulher não poderem terem um amigo ou amiga do peito, que já vão logo dizendo que são gays?

Extinguiram a amizade do planeta? O coração da humanidade estaria podre de maldade?

Pude observar que este tipo de comportamento da maioria dos homens e mulheres, só os têm levado a um caminho: o da SOLIDÃO, e solidão, com certeza ninguém gosta.

Bom, e vocês, o que acham? O que fazer? O que pensar a respeito? Por favor, quero ouvi-los e aprender.

FEST ROCK 2006. AS BANDAS PARAENSES EM ÚLTIMO PLANO?

Dei um jeitinho e pude assistir algumas atrações do evento que aconteceu nos dias 01, 03 e 04 de junho, na Arena Yamada, em Belém. O espaço físico é muito bom, salvo a distancia exagerada dos camarotes. Tem que rolar um binóculo e coisa e tal. Gostei das atrações, mas muita gente mandou e-mail questionando sobre o fato de pagode não ter nada há ver com rock. Com a palavra os organizadores.
Mas uma coisa eu não posso deixar passar em branco.
Ainda há disparidade alarmante na estrutura de palco, som e iluminação dispensada para as bandas que vem de outros Estados (não que eles não mereçam), em comparação com a estrutura de palco, qualidade de som e iluminação, oferecidos para a apresentação das bandas locais.

Meu DEUS, até quando os promotores de grandes eventos aqui no Pará, vão agir com síndrome de cachorro vira-lata com o artista de seu próprio Estado? Por que a falta de respeito, preconceito e desvalorização de bandas e artistas da própria terra?
É preciso acabar com essa mentalidade de depreciação da imagem dos nossos artistas de uma vez por todas.

Isso já não é de hoje. Vem dos tempos das cavernas, e é preciso que se dê um basta nessa atitude bisonha, pra não dizer burra, por parte dos promotores de IN-vento.
Apesar de achar, que nossos artistas têm que ter consciência de sua importância e lutar pela valorização do seu talento, os responsáveis pelo evento tem que assumir esse respeito.
O artista local tem que ter coragem para se impor, mostrar que tem atitude nessa hora, e não só na hora de ficar falando mal do trabalho do colega, de quem canta brega, ou coisa e tal.

É bom que se diga, que os astros de fora nada tem há ver com isso, e merecem o melhor em termos de estrutura. A questão é o porque desse tratamento diferenciado e desprezível por parte dos organizadores com as bandas locais.
De qualquer forma, doa há quem doer, fica aqui o meu protesto, mesmo que seja uma única e solitária voz, desprovida de amplificadores ou eco.
Mas um pouco de bom senso e respeito pelas bandas paraenses, por nossa cultura, não faz mal há ninguém.

É preciso que o Pará pense grande, se não será eternamente pequeno, contradizendo com sua realidade.

Mais uma vez obrigado pela paciência e carinho. E desculpem os devaneios, mas de médico e louco... Todo mundo tem um pouco. Um grande abraço a todos.