Quarta-feira, 24, Maio, 2006
LOUVOR NORTE 2006 - BELÉM. 16/05/2006
Acontecerá nos dias 19, 20 e 21 desse mês. Grandes nomes da música de louvor estarão em Belém, no maior evento de música Gospel do Norte do País. O evento ocorrerá no Ginásio da Escola de Educação Física, na avenida Primeiro de Dezembro, e algumas das 16 atrações serão: Kleber Lucas, Mara maravilha, Fat Family, Ludimila Ferber, Oficina G3, Chris Duran, e Voz da Verdade.
Informações: 3212-0089 ou 3212-0693
SAYONARA NOS PALCOS. 22/05/2006.
Sexta feira dia 26 - Cidade de Ananindeua
Sábado dia 28 - Casa de Show Jurunense na cidade de Santa Izabel-Pa.
APOROROCA, BOMBANDO. 23/05/2006.
Dia 27 de maio: Nosso Tom, Companhia do Tecno, DJ Halden Boy e
DJ Maluquinho. BALLADA DO BEIJO. Mulher acompanhada, até meia noite não paga..., e entra.
SIMONE ALMEIDA, AO VIVO 23/05/2006.
A conceituada e talentosa cantora estará reapresentando o show: "DEDICADO A VOCÊ". Um show temático, de gosto refinado, especificamente para os enamorados. As apresentações ocorrerão nos dias 08 e 09 de junho, às 21hs, no Teatro Margarida Schivasappa no CENTUR, em Belém.
Ótima pedida para os apaixonados.
Ingressos: R$15,00.
Em tempo: O CD "RECADO", de Simone Almeida, estará á venda no local e dia do show.
Domingo, 21, Maio, 2006
EM BUSCA DA TERRA DO NUNCA?
Conversando com alguns músicos paraenses vindos de recentes gravações em São Paulo, ouço, de uma maneira sôfrega, pela consciência do tempo perdido, que eles se depararam, em sampa, com um universo profissional, que até então, tal qual a terra de Peter Pan, só existia na imaginação dos mais românticos sonhadores paraenses que nunca haviam tirado os pés da boa terrinha.
Alguns chegaram a dizer, que quando me ouviam falar de que precisávamos de mais seriedade, profissionalismo, humildade, companheirismo, solidariedade na troca de conhecimentos, pensavam que eu realmente estava maluco, que era utopia, quimera...
IMPORTANTE: Antes que me chamem de egocêntrico, afirmo que isso não me torna nem um pouco melhor do que ninguém. Foi apenas um lapso de bom senso em minha vida.
Enquanto aqui no Pará, referindo a classe musical, todo mundo boicota todo mundo... (pra não dizer que não falei de flores, digamos, boicotam um pouco menos, pois até que tem dado uma "melhoradazinha"), outros estados, se mostrando mais evoluídos e conscientes de seu papel no contesto artístico cultural, e mostram-se quase sem nenhum tipo de vaidade quando se trata de didática ou projeção de sua cultura.
Um exemplo que serve para a classe em geral, aconteceu quando um baterista paraense se encontrou em determinado estúdio com outro conceituado batera paulista de renome. Neste encontro, enquanto nosso batera paraense se vislumbrava pelo fato de estar frente a frente com um de seus ídolos, o dito transpirava simplicidade e simpatia. Nem parecia que tinha todo aquele know-how.
Quando o paraense fora apresentado para o renomado batera paulista como musico de uma banda que toca Calypso, eis as palavras do músico de sampa: "É um grande prazer conhecê-lo, você poderia me dar uns toques de como se toca o Calypso?" "Gostaria de saber como é a pegada, a dinâmica, o suingue..., acho essa levada, o Calypso, muito legal".
Nesse momento, o batera paraense quase cai de tal perplexidade.
Mal ele podia acreditar que um músico daquela ascendência, o estava pedindo para ensinar-lhe como se toca um ritmo relativamente fácil, em face de que o cara, o músico paulista, ser um monstro sagrado tocando jazz, mas também pelo fato de ter tocado com grandes nomes da música brasileira e estrangeira.
Lógico que nosso batera, o paraense que não é besta nem nada, tratou de dar os solicitados simples toques, e por recompensa dada humildemente pelo paulista, claro, saiu de lá com informações teóricas, técnicas e práticas, que levaria anos para conseguir desenvolvê-las, e de quebra, a certeza que ali nascera uma sincera amizade.
Aqui no Pará, salvo raras exceções, QUASE todo mundo se acha o tal, o bonzão. Começando pela galera da retaguarda como: os roadie's, dançarinos (esses se acham os mais astros dos astros, não dão nem bom dia e só saem e entram no camarim escoltados por seguranças), (1) técnicos de som e luz (a boçalidade impera também com eles e o som sempre sai uma droga), DJ's (tem um aqui em Belém que só toca House, nada de funk, technobrega, ou tendências mais modernas ou mundiais, aí a galera não agüenta, esvazia a festa, e o DJ sai soltando anacondas e godzilas sobre tudo e todos, dizendo que estava tocando no fim do mundo para o fim da humanidade, hehehe!) motorista do ônibus ou van..., e por aí. Todo mundo com a ilusão do glamour, subindo-lhes a cabecinha..., de vento.
Depois vem a linha de frente: músicos, cantores, "produtores musicais", (2) TÉCNICOS DE SOM (de novo, porque são duplamente petulantes), donos de estúdios e produtores (esses estão com o reinado inteiro na barriga).
Lógico que os músicos daqui do Pará, acostumados a ferro e fogo, num mercado regional marcado pela má fé e má vontade nesse tipo de assunto, depois que voltam de outros centros mais avançados, além de
evoluírem uns dez anos, ficam perplexos por perceber o quanto ainda há mesquinharia e antiprofissionalismo por estas bandas. Puro atraso de vida, carreira, projeção... Terra do Nunca?
Guardada a devida proporção, é mais ou menos parecido com o que acontece com jogadores que saem do Brasil pra jogar em clubes europeus e voltam mais maduros, com maior conhecimento, disciplina, com uma visão totalmente diferente do que é ser um verdadeiro profissional.
Alguns "técnicos" de gravação daqui do Pará se acham os reis da tapioca com manteiga, e agem de uma boçalidade só.
A maioria se proclama autodidata, posam de produtor musical, compositor, arranjador, DJ, tudo sem a menor teoria, só na prática e na doida. Porém, não se preocupam em ao menos colocar em prática o fator: Saber "tirar" (na gíria musical) um som de qualidade na hora de gravar as bases, o que seria sua real função, e fundamental para que o restante da gravação obtenha êxito.
Os donos de estúdios pouco trocam informações sobre técnicas ou programas de gravação, e ás vezes, sequer visitam os outros estúdios por puro orgulho, pra não dizer que foram xeretar ou coisa parecida. Acham que se diminuem ao fazê-lo. Vaidade?
Infelizmente aqui no Pará, cada produtor musical tem sua equipe de gravação, o que é até bacana pelo entrosamento, mas na maioria das vezes, há um certo radicalismo ao não contratar para gravações, em hipótese, um outro músico, pelo simples fato de ele já ter gravado com outro produtor. Muitas das vezes o produtor abre mão da qualidade, comprometendo o resultado final de seu trabalho e carreira, ou até mesmo atrasando sua produção, em face do músico preferido está viajando, cumprindo agenda de shows. Rola até perseguição com determinados músicos. O dito produtor, prefere esperar o músico de sua "cuia", ao chamar outro músico igualmente ou até melhor em se tratando de competência..
Longe de mim querer denegrir a imagem da classe musical paraense, afinal pertenço e quero, como ninguém, o crescimento da mesma, e até por que não estou generalizando, são fatos de grandes dimensões, é verdade, mas não é de um todo, e apenas falo o que é dura realidade, o que infelismente é fato, e que esse relato, possa fazer com que pratiquemos uma seria reflexão sobre o assunto.
Não custa fazermos algumas perguntas, como: Será que vale a pena essa petulância toda, essa falta de sincronismo e solidariedade? Pra que essa mesquinharia, egoísmo ao não repassar o conhecimento obtido para os próprios conterrâneos? Onde essa pobreza de espírito e vaidade nos levará? Porque os envolvidos com a música no Pará, de um modo geral, são tão soberbos em sua própria convivência? Os talentos dos músicos paraenses estão, de certa forma, sendo jogados no lixo por pura falta de mentalidade, bom senso, elegância, educação? Será que esse tipo de comportamento não é uns dos principais responsáveis por este atraso (penso eu que sim) na projeção da musica paraense no que concerne o cenário nacional? Se houvesse união às coisas não seriam bem menos difíceis para nós? Será que estamos sofrendo da síndrome da falta de inteligência? Estaríamos perdendo pra nós mesmos?
Moral da história? "Não pode haver lugar para estrelismo, soberba, arrogância, pensamentos mesquinhos, em qualquer situação em nossas vidas. A humildade, simplicidade, o ato de saber ouvir..., são as ferramentas da alma, necessárias para que se possa aprender a ser um grande ser humano, e de quebra, um grande profissional".
CIRCUITO DAS ARTES. 22/05/2006.
Lançado em Belém no ultimo dia 19 o pela Fundação Cultural Tancredo Neves, o projeto Circuito das Artes, mescla Música, Dança, Teatro e Culinária, e tem como meta, levar a diversidade cultural paraense por várias Cidades do interior do Pará.
O Circuito das Artes é uma atividade do Programa Arraial da Cultura, desenvolvida pelo Governo do Estado. Artistas como Arraial do Pavulagem, Banda Amor Perfeito, Edílson Moreno, Companhia de Dança Marcelo Tiganá, Gran Coral Metropolitano, Grupos de Teatro In Bust e Grupo (e show) Trilogia, com Lucinnha Bastos, Nilson Chaves e Mahrco Monteiro.
LEVANDO A ARTE PARA O INTERIOR DOS PARAENSES.22/05/2006
Outros 14 municípios serão agraciados com o Projeto, no período de julho a setembro, e terá participações de artistas de cada localidade das apresentações pertencentes ao circuito, que serão selecionados por profissionais ligados a Secretaria Especial de Promoção Social.
Os municípios do Sul e Sudeste do Pará que fazem parte do itinerante cultural são: Augusto Correia (15 de julho – Nilson Chaves), Bragança (29 de julho – Trilogia, com os cantores: Nilson Chaves, Lucinnha Bastos e Marhco Monteiro), Jacundá (05 de agosto – Banda Mais Biss), São Geraldo do Araguaia, Marabá (11 de agosto – Trilogia), Parauapebas (18 de agosto – Baton Carmim), Canaã dos Carajás (19 de agosto – Edílson Moreno), Xinguara (25 de agosto – Banda Amor Perfeito), Rio Maria (26 de agosto – Banda Amor perfeito), Redenção (01 de setembro – Edílson Moreno e Almirzinho Gabriel), Redenção (02 de setembro – Arraial do Pavulagem), Pau D’arco (07 de setembro – Arraial do Pavulagem), Conceição do Araguaia (09 de setembro – Arraial do Pavulagem), Santa Maria das Barreiras (15 de setembro – Banda Halley) e Santana do Araguaia (16 de setembro – Banda Halley).
Obs: Meio estranho as contemplações dos artistas participantes. Poderiam ter sido mais democráticos nas escolhas, pois percebo que muitos outors bons artistas, ficaram de fora do circuito, por determinadas preferências. A galera e os artistas da Biss Produções (Grupo ORM), por exemplo, se deram muito bem. Que bom.
Em todo o caso..., é melhor do que não ter nenhum Circuito Cultural.
Afinal, vão dizer: “Se há projeto reclamam, se não há, reclamam do mesmo jeito”.
Então... que venha Cultura para as nossas almas.
“O Circuito das Artes é um evento popular, especificamente direcionado para bandas de qualquer estilo musical, pois queremos agradar a todos os gostos e classes, sem diferenças e preconceitos. O que conta para nós é a alegria e a valorização da nossa cultura”.
Bonito, não? Foi o que disse Tereza Coimbra, presidente da Fundação Tancredo Neves.
A iniciativa, sem duvida alguma é louvável e digna de aplausos, mas seria bom que esses tipos de projetos se estendessem à vida toda, e não somente próximos de eleições.
Já percebi que quando as eleições estão se aproximando, todos os eventos culturais, sejam dos Governos: Federal, Estadual ou Municipal, apregoam igualdade sócio-cultural, anti-preconceito e coisa e tal...
Estranhamente, desde quando o ritmo ainda era chamado de Brega pop, o atual Calypso só apareceu e aparece em Circuitos Culturais, justamente quando os políticos estão “caçando” votos. Eles, os "políticos", atraem o povão pra perto de sí, através dos shows de artistas do Calypso. Pelo menos a maioria.
Sinceramente..., espero estar inteiramente enganado com minha suposição, mas é preciso que me provem o contrário, e isso..., só o tempo irá dizer.
ZONA RURAL NA MYSTICAL.22/05/2006
Depois do mega sucesso do show de 20 anos de carreira da veterana, querida e imortal Banda pop-funk-psicodélica-regional MOSAICO DE RAVENA, no último dia 20 de maio, agora chega há vez de comemorarmos os 09 anos da eclética e serelepe Banda Zona Rural.
A festa será dia 27 de maio – sábado – às 23:hs, com participação da Banda Garagem 32 e Grupo Camoha. Ingressos antecipados a R$15,00. Informações: (91) 3225 5212 e 91141100.
PARA OS AMANTES DE UMA BELA HISTÓRIA. 18/05/06
Em comemoração ao DIA INTERNACIONAL DO MUSEU (22/05), está rolando entrada franca de 22 até o dia 31 de maio – das 10:hs às 18:hs – em Belém, para todos os museus administrados pela SECULT. – Secretaria de Cultura do Pará. Imperdível programa cultural familiar, ou há dois. Ótimo pra quem está conhecendo um possível novo amor.
Anotem os Museus adeptos do circuito: Núcleo Cultural Feliz Lusitânia (Museu de Arte Sacra, Igreja de Santo Alexandre, Museu do Forte do Presépio, Espaço Cultural Casa das Onze Janelas), Museu da Imagem e do Som, Museu do Círio, São José Liberto e Memorial Amazônico da Navegação (Mangal das Garças).
MARKINHO E BANDA VIOLETA PURPURA. SUCESSO.22/05/2006
Quem quiser assistir um show de pop rock eclético, contagiante e muito bem executado, é só seguir a agenda de shows dessa “rapeize”. Tenho tido o privilégio de assisti-los (de grátis, claro) e gostei muito. O CD está chegando e falaremos a respeito.
AGENDA DO MARKINHO E BANDA VIOLETHA PURPURA.
Quintas Feiras a partir das 20:hs no THE PLACE - Trav. São Pedro, em frente a livraria somense
Sextas Feiras: ARMAZEM RUI BARBOSA, sempre a partir das 23:30.
Aos sábados: COMPLEXO METRÔ às 23:hs, seguindo para o CASABLANK a partir de 02:hs da manhã.
Aos domingos no BOTECO DAS 11, a partir das 21:hs.
Contato para shows: (91) 339233 ou 81523839.
SUSHI COM AÇAÍ?22/05/2006
Festival da Cultura Japonesa nos dias 23 a 28 de maio, com oficina de ORIGAMI (arte de dobrar papeis), caligrafia japonesa e KIRIE (arte com papel). No Centro Educacional Nipo Brasileiro Novo Mundo – Travessa Castelo Branco, 834, entre José Malcher e Magalhães Barata – Belém.
Informações: (91) 32595022 ou 32594993.